sexta-feira, 27 de novembro de 2015

POESIA E REFLEXÃO: A história



POESIA E REFLEXÃO: A história: História é o  relato das realizações,conquistas,decepções,vitórias e derrotas. O tempo serve apenas como referência do fato histórico,m...

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Aparição distorcida do negro na literatura reforça preconceito, diz editora




  • Os escritores Nei Lopes, Conceição Evaristo, Paulo Lins e Ana Maria Gonçalves
    Os escritores Nei Lopes, Conceição Evaristo, Paulo Lins e Ana Maria Gonçalves
A pesquisadora Regina Dalcastagnè leu, entre 1990 e 2004, um total de 258 romances de escritores nacionais publicados por três das principais editoras do país. Sua leitura resultou no livro "Literatura Contemporânea - Um Território Contestado" (2012), no qual aponta que 94% dos autores brasileiros são brancos --mesma cor de 92% dos personagens. Dalcastagnè encontrou pouco mais de 5% de protagonistas negros, e quase sempre apresentados como bandidos, empregados domésticos ou escravos e que, em mais da metade dos casos, morrem assassinados. Na vida real, dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Pesquisa) apontam que a população que se declara negra no Brasil é de aproximadamente 53%.
Cruzando os dados, é fácil notar: a representatividade do negro na literatura nacional está muito aquém da sua presença e importância na sociedade brasileira. "O rótulo 'literário' é usado como elemento de exclusão: a produção dos escritores de fora da elite aparece como testemunho, documento sociológico, e não como literatura", apontou a pesquisadora da UnB (Universidade de Brasília) em entrevista ao jornal "Cândido".
Simone Paulino, editora da Nós, lembra que "a representação ficcional é uma questão que merece um olhar mais detido porque, em geral, o negro é de fato representado em papéis de coadjuvantes, exceto quando é ele o bandido ou o malandro. Naturalmente, essa aparição e exposição distorcidas reforçam estereótipos e preconceitos, e precisa urgentemente serem desconstruídas em favor da construção de uma identidade nacional, com tudo de escorregadio que essa expressão comporta, mais verossímil".
Seja entre expositores das livrarias, resenhas nos meios de comunicação e programações de eventos literários, é possível contar nos dedos os autores negros que se destacam no país. Difícil fugir de poucos nomes como Paulo Lins, Nei Lopes, Conceição Evaristo, Ana Maria Gonçalves e Joel Rufino dos Santos. "É muito pouco para a imensa riqueza cultural que os negros têm para compartilhar com o Brasil", defende Simone.
"O espaço do escritor negro no mercado editorial brasileiro como um todo é ínfimo, quase inexistente. Estudos mostram que a maioria dos escritores nacionais são homens, brancos, héteros, jornalistas ou acadêmicos, residentes na região sul e sudeste do país, nas capitais mais ricas. O quadro começa a mudar lentamente com a emergência da chamada literatura marginal ou periférica", diz a editora.
Uelinton Farias Alves, jornalista, escritor, pesquisador e curador da FlinkSampa --evento literário focado na cultura negra--, faz uma análise que extrapola o mercado editorial. "A situação do negro no Brasil continua desigual em todos os aspectos da economia e da cadeia produtiva. O escritor negro passa pelos critérios de uma seletividade mercadológica que o exclui. Suas obras são mais rigorosamente avaliadas, o investimento em seu livro é reduzido, ele não é exposto e nem recebe apoio publicitário. Independente da qualidade do seu texto literário, o escritor negro publica menos do que um autor branco".
Esses elementos são decisivos para que os autores negros tenham pouco espaço, mas não são os únicos, segundo Alves. "Há a invisibilidade notoriamente criminosa que as grandes corporações, incluindo mídias e editoras, impõem em benefício dos outros que não são negros. Ora, pensar que iremos empoderar o escritor negro em uma sociedade onde os negros aparecem estereotipados ou estão fora da grande mídia é uma brincadeira".
Fundo Correio da Manhã/Arquivo Nacional
Retrato do escritor Machado de Assis
A importância do espaço
Alves é também especialista em literatura brasileira do século 19. Suas pesquisas focam principalmente na obra de Cruz e Sousa, um dos escritores negros mais importantes da história do país. De olho na tradição literária do país, encontramos poucos, mas grandes exemplos de negros que alcançaram reconhecimento por conta de seu talento para lidar com as letras, a começar por Machado de Assis. Lima Barreto, José do Patrocínio, Luiz Gama e Maria Carolina de Jesus são outros que compõem esse time.
E por que essa conquista por mais espaço se faz tão necessária? "Porque a literatura de um país deve, idealmente, representar a diversidade de vozes e matizes e gêneros que a compõem e, deste perspectiva, como em outras artes, o percentual de representatividade do negro é ainda muito pequeno", explica Simone.
Mas essa mudança não virá de uma hora para outra, aponta Alves, que lembra que para ampliar sua voz na literatura o negro precisa conquistar mais espaço em toda sociedade, a começar com o acesso à educação básica de qualidade e universitária. O pesquisador também vê como de suma importância que a lei que ordena a inclusão da história da cultura afro-brasileira na rede pública de ensino seja respeitada. "A partir da compreensão histórica do negro na construção da sociedade podemos pensar em mais espaço e, disso, consolidar a conquista da cidadania".Fonte:http://entretenimento.uol.com.br/

Aumento do investimento brasileiro em educação é destaque no mundo


Pesquisa do relatório “Olhar sobre Educação” revela que país está em os três que mais investiram entre 2005 e 2012
Pesquisa internacional da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgada nesta terça-feira (24) aponta o Brasil como um dos três países que promoveram o maior crescimento proporcional em investimentos na educação pública, entre 34 pesquisados.

sábado, 21 de novembro de 2015

Caminho da fonte



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Lata na cabeça e uma esperança no coração,
Traços marcantes  no rosto e calos na mão;  

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Olhar  fixo no futuro  duvidoso,
Cansaço presente,mesmo em  repouso;      


              
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Pés marcados por  uma rota permanente,

  Suor molha  os olhos e torna a lágrima ardente;   
      

 
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Como passar do  tempo,
o percurso  vai ficando mais distante  e  cansativo,
Mas,apesar do martírio 
o percurso  em  algum momento  é atrativo; 



                                                                 
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Diferentemente iguais



Molhei meu corpo negro
na fonte da esperança,
Troquei a arrogância adulta
pela pureza da criança;
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Vestir a veste do branco
e mim sentir tão só,
Chorei de puro remorso
que deu dó;
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Negra vida,
minha melodia,
Minha vida em pele negra,
que alegria !;
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Pele bronzeada
pela natureza,
Entre lutas e labutas
mostra sua realeza;
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Vestir a minha alma
de todas as  cores,despir-me de toda vaidade,
Descansei sem ódio
e sem maldade,nos braços da igualdade
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POESIA E REFLEXÃO
Autor:Roque da Mota

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Aluna de Mauá vence Desafio



Imagem da história para a escassez de água no mundo de Diário do Grande ABC

A nona edição do Desafio de Redação, promovido pelo Diário, foi encerrada ontem com muita festa pelos alunos. A premiação aconteceu no Ginásio Milton Feijão, em São Caetano, onde a adolescente Isabela Ferreira Garcia, 17 anos, de Mauá, ganhou bolsa de estudos integral com curso de livre escolha na USCS (Universidade Municipal de São Caetano).
O texto de Isabela foi o escolhido entre 93.644 redações de estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, além da EJA (Educação de Jovens e Adultos) das redes pública e privada do Grande ABC. O tema deste ano foi Torneira Aberta é a Gota D’Água. Chega de Desperdício!

Dessalinização pode ser solução para falta d'água no mundo


No Rio, o governador Pezão já disse que estuda a construção de uma usina para abastecer até 1 milhão de pessoas




Rio - Em tempos de escassez de água em diversosEstadosdo Brasil, a solução para o problema poderia ser óbvia: aproveitar a abundância da água do mar para o uso comum por meio da dessalinização. Os oceanos cobrem mais de 70% da superfície da Terra e contêm 97% da água do planeta.
Mas a energianecessáriapara esse processo era muito custosa e, com isso, inviabilizava o uso da água do mar para esses fins. Recentemente, porém, graças às novas tecnologias, os custos foram reduzidos à metade e enormes usinas de dessalinização estão sendo abertas ao redor do mundo.

A maior usina dessalinizadora do planeta está em Tel Aviv, em Israel e já está sendo ampliada para alcançar seus limites máximos de produção. Isso significa 624 milhões de litros diários de água potável. E ela pode vender mil litros (que é o consumo semanal médio de uma pessoa) por US$ 0,70 (cerca de R$ 2,71).

Outra usina de dessalinização, que fica em Ras al-Khair, na Arábia Saudita, alcançará sua produção plena em dezembro. Instalada no leste da Península Arábica, ela será maior do que a de Israel e abastecerá Riad – cujapopulaçãoestá crescendo rapidamente – com 1 bilhão de litros por dia.
Da mesma forma, será instalada em San Diego a maior usina dessalinizadora dos Estados Unidos, que estará operando a partir de novembro.

domingo, 1 de novembro de 2015

MEC vai apoiar mais de 26 mil escolas com baixo desempenho na alfabetização



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A intenção é iniciar a ajuda até meados do ano que vem | FOTO: Arquivo/Marcello Casal Jr/Agência Brasil |
O Ministério da Educação (MEC) dará suporte extra a escolas que estão com dificuldades na alfabetização, segundo o secretário de Educação Básica do MEC, Manuel Palacios. Ao todo, 26,5 mil escolas receberão apoio, não apenas nos primeiros anos, quando ocorre a alfabetização, mas também até o 9º ano do ensino fundamental. O apoio inclui educação integral, formação de professores e material didático específico. A intenção é iniciar a ajuda até meados do ano que vem.

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