domingo, 20 de novembro de 2016

Portões são fechados e começa 1ª fase do vestibular 2017 da Unicamp


Neste domingo, 73,4 mil candidatos fazem prova em 30 cidades do país.
Houve correria de alguns vestibulandos que chegaram em cima da hora.


Portões são fechados para início da 1ª fase do vestibular da Unicamp (Foto: Arlete Moraes / G1)Portões são fechados para início da 1ª fase do vestibular da Unicamp (Foto: Arlete Moraes / G1)
Os portões de acesso para os candidatos querealizam neste domingo (20) a prova da 1ª fase do vestibular 2017 da Unicamp foram fechados às 13h03 no maior local de prova do processo seletivo, o campus Swift da Universidade Paulista (Unip), em Campinas (SP).
Minutos antes do acesso ser bloqueado, houve correria de alguns poucos alunos que chegaram em cima da hora para realizar o exame. Quase 6 mil estudantes deverão fazer a prova só neste campus da Unip. A avaliação se estenderá até as 18h.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Interfaces e o homem em contato



Por: IVAN ROSAS DO NASCIMENTO
O ser humano sempre buscou meios que estreitasse sua ligação com o ambiente, seja para ampliar seu domínio ou manter seus recursos.  Diferentes formas, signos e sistemas foram tornando-se complexos e grandiosos à medida da expansão e ocupação humana.  O acumulo de informações avolumou para além das compilações eciclopédicas.
Necessitava-se de novas tecnologias que manipulasse e cruzasse dados,  respondendo suas intenções e desobstruindo qualquer gargalo entre emissor e receptor. O surgimento das modernas interfaces  propiciou a otimização de rotinas e facilitou o contato entre homem X sistemas e máquina X máquinas.
A evolução  destas interações foram possível o graças ao surgimento  do computador, permitindo  reais e intuitivas interações . A criação destas, também exigiu grandes esforços, monstrando que em certos períodos, a humanidade avança  grandes lacunas e supera décadas de inércia. Da ivenção da Máquina Analítica de Charles Babbage em 1934, passando pelo Eniac até os computadores móveis, verificamos um importante  salto tecnológico.  Concomitante a isso, a concepçao dos links inaugurou uma tendência cada vez mais presente.

O FRACASSO ESCOLAR



Por: Amled Julião Rodrigues
Resumo: Este artigo nos leva a refletir sobre a causa do fracasso escolar e como educadores podemos estar contribuindo para que isto não aconteça em nossas escolas.
O objetivo da escola é ensinar e formar o cidadão, sua existência está ligada a servir aos alunos, família, a sociedade em geral e para isto a escola deve se preocupar com:
A qualidade na Escola resulta do compromisso de todos: pais, professores, alunos, pessoal auxiliar e diretores de atenderem (antecipar e exceder) às necessidades de seus clientes de forma colaborativa e cumprirem a missão da organização. Esta qualidade é também conhecida como ‘Qualidade Total’ enquanto representa um esforço global da organização em busca da excelência.
(MEZOMO, 1999, p.14)
Quando Mezomo cita a frase “qualidade total” ele nos chama para uma reflexão sobre qual é o conteúdo que estamos oferecendo aos nossos alunos, ou seja, estamos procurando uma forma qualitativa para ensiná-los ou estamos preocupados com a quantidade dos alunos aprovados no final do ano letivo. Os educadores devem conscientizar que a escola é um sistema organizacional e como toda instituição tem suas deficiências e precisam ser apontadas, questionadas e sanadas para que não comprometa o resultado final, ou seja, o aprendizado do aluno.
Como pesquisadores temos consciência que nada pode ser só qualitativo como só quantitativo e para alcançarmos um bom resultado precisamos encontrar o meio termo entre eles. Todos buscamos qualidade tanto na vida pessoal como na profissional e para alcançarmos isto nos esforçamos na quantidade do trabalho exercido isto não seria diferente na nossa vida escolar, ou seja, para termos qualidade nos conteúdos aplicados precisamos de uma quantidade de metodologias, trabalho em equipe do setor pedagógico, materiais disponíveis para pesquisa e muitas outras coisas, porém nos deparamos com um ensino arcaico, professores em muitos casos que se encontram desmotivados, precisamos mudar este quadro:

O TRABALHO EM GRUPO – UMA BENÉFICA PROPOSTA METODOLÓGICA



Inúmeros são os benefícios alcançados mediante tal prática pedagógica, desde a efetivação da aprendizagem até a socialização  

Cada vez mais indícios comprovam que a concepção tradicional de ensino vai aos poucos cedendo lugar para novas abordagens, novas propostas didáticas. Na concepção tradicional, o saber era exclusividade apenas do professor, uma vez que esse era o detentor do conhecimento; e o aluno, um mero e passivo receptor das informações repassadas.

A situação que atualmente impera é que o aluno se sente um sujeito ativo em busca de seu próprio conhecimento, concepção essa que nos remete a uma retomada de valores e de posicionamentos por parte do educador mediante o fazer pedagógico. Assim sendo, entre os recursos que a ele são disponibilizados está o trabalho em equipe, o qual, além de representar uma forma coletiva de construir o conhecimento, ainda proporciona o desenvolvimento de muitas outras habilidades, influenciando de forma direta na construção da verdadeira personalidade, sobretudo no que tange aos valores. É o que afirma Stella Galli Mercadante, diretora do ensino fundamental do Colégio Vera Cruz, em São Paulo:
Por meio dessa prática o aluno se relaciona de modo diferente com o saber. É um momento de troca em que a criança ou o adolescente se depara com diferentes percepções.

COMO DEIXAR SUA AULA DE GEOGRAFIA MAIS INTERESSANTE?




O professor de Geografia sabe, melhor do que ninguém, da importância dessa disciplina para o mundo e para a sociedade. O problema é que, nem sempre, ele consegue convencer os seus alunos sobre esse fato. Não é preciso ir muito longe para perceber isso, basta fazer uma breve pesquisa com qualquer turma de alunos que logo se constata esse fato.
Mas por que isso acontece? Será que a Geografia é realmente uma matéria “chata”, como alguns alunos dizem? Ou será que ela não é considerada importante porque ela é “fácil”, como aponta outros?
É claro que a Geografia não tem nada de chata ou legal, fácil ou difícil, pois esses termos são adjetivos e referem-se apenas à opinião de algumas pessoas, e não a um fato consumado e incontestável.
Então, de onde surgem tantas reclamações de alunos sobre essa disciplina e por que eles demonstram pouco interesse por ela?
Primeiramente, é preciso que os professores comecem a se questionar sobre esse possível desinteresse dos alunos. É claro que se você abordar uma pessoa e perguntar para ela se ela gosta de Geografia, sem explicar do que ela se trata, a resposta (seja ela positiva ou negativa) será precipitada ou equivocada.
Talvez o mais interessante seja questionar o aluno através de perguntas mais específicas, seja sobre o clima (por que não chove no Nordeste?) ou sobre as populações (a fome é realmente causada pelo excesso de gente no mundo?).
É uma prática que costuma dar certo porque estimula a curiosidade dos alunos. Ninguém se interessa por um tema muito geral, do qual não se sabe a funcionalidade, mesmo que lhe digam mil vezes que é importante. A sugestão é que o professor evite falar utilizando termos muito abrangentes para tematizar a aula, como “aula de Geografia” ou “texto de Cartografia”.
A ideia, como muitos teóricos da educação sugerem, é partir da vivência do aluno, o que não é difícil para a Geografia, por ser a ciência que estuda o espaço geográfico. Quando isso não for possível, o professor pode tentar aguçar a curiosidade dos alunos a partir de questões específicas, por exemplo: em uma aula sobre placas tectônicas, ele pode começar com perguntas do tipo: “como surgem os terremotos?”, “de onde vieram as montanhas?”, “porque o Everest é o ponto mais alto do mundo?”.
A ideia é exatamente não responder a essas perguntas imediatamente, é deixar que a curiosidade estimule os alunos a refletirem e a se dedicarem ao assunto colocado em sala. Pode até ser que as chances de isso dar certo não sejam absolutas, mas com certeza isso é mais garantido do que começar a aula dizendo: “hoje vamos começar a aula sobre placas tectônicas, abram o livro na página 37”!
Outro modo de dinamizar as aulas é a utilização de dinâmicas e práticas lúdicas. No Canal do Educador, do Brasil Escola, existem algumas possibilidades nesse sentido, como jogar batalha naval para ensinar coordenadas geográficasmúsicas para tematizar as aulas ou, até mesmo, filmes que podem ser utilizados como instrumento pedagógico. A criatividade do professor também é um trunfo a ser explorado.
Diante de inúmeras possibilidades, o professor pode vencer um a um os desafios impostos pelas dificuldades da sala de aula, seja o comportamento dos alunos ou a falta de infraestrutura das escolas brasileiras. A questão é usar a criatividade e ter confiança em si mesmo.

Por Rodolfo Alves Pena
Graduado em Geografia

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Entenda o significado da Proclamação da República


Resultado de imagem para O verdadeiro sentido do 15 de novembro
No dia 15 de novembro comemoraremos a Proclamação da República no Brasil. Mas você sabe o que é República? Como nasceu a República brasileira? 

A palavra e a idéia de República nasceram entre os romanos antigos. A palavra significa "coisa pública" ou "bem comum". O termo denota uma comunidade política organizada, assinalada pelos requisitos da existência de um povo, de um território e de um governo. A idéia era que todos os cidadãos participassem da escolha daqueles que os representariam nos destinos da nação. 

Na Roma Antiga, o período republicano correspondeu ao período de maior desenvolvimento daquela civilização. Houve um substancial aumento territorial através de diversas guerras empreendidas pelos romanos. Houve também uma grande descentralização do poder que antes estava concentrado nas mãos de um único rei e a luta entre os integrantes dos dois principais grupos sociais romanos: os patrícios e os plebeus. Em 27 a.C., Otávio liderou um golpe militar que teria dado origem ao império em Roma. 

sábado, 12 de novembro de 2016

Amostra de Cultura do Nuclear em Baixa Grande inicia na próxima quarta-feira dia 16



Com o tema “Eu Tenho Valor, Nós temos valores, Você tem valor” será iniciada na próxima quarta-feira, 16 de novembro de 2016 a VIII Mostra de Cultura do Colégio Nuclear de Baixa Grande. O evento acontece entre os dias 16 a 18 de novembro de 2016.
Pelo 8º ano consecutivo o Nuclear coloca em prática os temas estudados em sala de aulas durante o ano escolar, levando o clima de amizade e participação da comunidade.

Veja Também

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Cursos online gratuito


APLB Sindicato Núcleo de Baixa Grande discute precatória do FUNDEF e FUNDEB





A Coordenação da APLB / Sindicato – Núcleo de Baixa Grande convida todos os Trabalhadores em Educação (Merendeiras, Porteiros, Motoristas, Auxiliar de Serviços Gerais, Assistentes Administrativos Educacionais e Professores), para participarem de uma reunião de Assembleia com a Jurídica da APLB Drª Denise da Mata Lula, Cristina Rodrigues Diretor da APLB e diretoria da Sertânia, que será realizado em 16 de novembro de 2016, às 10:30 na sede do Sindicato.
Veja convite abaixo:

www.baciadojacuipe.com.br 
Por: Ediomário Catureba

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Orientações para o professor


Educador Brasil Escola


Dicas de como o professor deve proceder em sala de aula, apontando melhores maneiras de trabalhar determinado conteúdo, entre outras.


ARTIGOS DE ORIENTAÇÕES


A LINGUAGEM ATRAVÉS DAS “PLACAS”

A ARTE DE TRABALHAR O TEXTO POÉTICO

A ATUAÇÃO DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL




A DIFÍCIL RELAÇÃO ENTRE O PROFESSOR E O ALUNO QUE PAGA MENSALIDADEA DEFICIÊNCIA VISUAL NO ÂMBITO ESCOLAR

A EDUCAÇÃO E OS LIVROS PARADIDÁTICOS

A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA NA ESCOLA

A IMPORTÂNCIA DA PRODUÇÃO DE TEXTOS PARA AS DISCIPLINAS ESCOLARES

A IMPORTÂNCIA DE ESTIMULAR A ARTE NA CRIANÇA.

A IMPORTÂNCIA DO JORNAL NA ESCOLA

A LIGAÇÃO ENTRE O ESPAÇO FÍSICO E O SOCIAL NO ENSINO DA GEOGRAFIA

A TRANSFORMAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO ESPORTE

ALGUMAS ESTRATÉGIAS PARA A CORREÇÃO DE PRODUÇÕES TEXTUAIS

ALGUMAS INOVAÇÕES FAZEM A DIFERENÇA NO MOMENTO DA AVALIAÇÃO LITERÁRIA

APRIMORANDO O ENSINO DA LINGUAGEM VERBAL E DA LINGUAGEM NÃO VERBAL

ARTE E EDUCAÇÃO INCLUSIVA

AS PRIMEIRAS AULAS DO EDUCADOR

ATÉ QUANDO E QUANTO VALE ENSINAR?

BRINCAR: A LINGUAGEM DAS CRIANÇAS

CAIXA SURPRESA E TÁTIL – RECURSO DIDÁTICO EFICIENTE

COMO CONTAR HISTÓRIAS

COMO PROCEDER COM ALUNOS DO MATERNAL

CONTEXTUALIZAÇÃO NO ENSINO DE FÍSICA

CURRÍCULO DA ESCOLA

CURRÍCULO DE MATEMÁTICA DO 1º AO 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

DESENVOLVENDO A CAPACIDADE DE ARGUMENTAÇÃO NA VOZ DE MACHADO DE ASSIS

DEZ JOGOS E BRINCADEIRAS PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

DRAMATIZAÇÃO COMO INSTRUMENTO DE ENSINO

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

ENSINO A DISTÂNCIA – ALGUMAS CONSIDERAÇÕES

ESCOLA, EXTENSÃO DA CASA?

FORRO AMERICANO – AULA DE ARTES DIVERTIDA

GRIPE SUÍNA X CALENDÁRIO ESCOLAR

IDENTIFICANDO E COMBATENDO O ESTRESSE NO PROFESSOR

INCENTIVO À LEITURA NAS SÉRIES INICIAIS

INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS – NOVO CONCEITO EM EDUCAÇÃO

O DOMÍNIO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NA SALA DE AULA

O ENSINO DA GEOGRAFIA NO BRASIL AO LONGO DA HISTÓRIA

O JOVEM, A EDUCAÇÃO E O TRABALHO

O PROFESSOR E A EDUCAÇÃO DE VALORES

O PROFESSOR E SUA COMPETÊNCIA PROFISSIONAL

O QUE DEVE SER DESENVOLVIDO NO ENSINO DE GEOGRAFIA

O SEGUNDO “R”: REAPROVEITAR - OU FEIRA DE TROCAS

O UNIFORME NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA

O USO DE PARÓDIAS E SUAS MÚLTIPLAS FORMAS DE APLICAÇÃO

PCN – PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS

POR QUE A RELAÇÃO ENTRE PROFESSORES E ALUNOS ADOLESCENTES É TÃO DIFÍCIL?

PROFESSOR PESQUISADOR

PROFESSOR: TESTE SUA PERSONALIDADE E MELHORE SUAS AULAS

PROJETO COLCHA DE RETALHOS

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO – UMA QUESTÃO DE AUTONOMIA

RELAÇÃO PROFESSOR E ALUNO EM CURSOS A DISTÂNCIA

RESPEITANDO OS LIMITES DE APRENDIZAGEM DE CADA ALUNO

SOCIOCONSTRUTIVISMO E GEOGRAFIA CRÍTICA

TAREFA DE CASA: UM MOMENTO ESPECIAL.

TEMAS ATUAIS USADOS NO ENSINO DA GEOGRAFIA

TEMPESTADE DE IDÉIAS NO ENSINO (BRAINSTORMING)

TRABALHANDO COM O USO DA LINGUAGEM FIGURADA

TRABALHANDO OS DIFERENTES GÊNEROS TEXTUAIS

TURMAS INDISCIPLINADAS

UMA FORMA DIFERENCIADA DE TRABALHAR AS VARIAÇÕES LINGUÍSTICAS

VERIFICANDO A COMPREENSÃO DO ALUNO APÓS A REALIZAÇÃO DE UMA LEITURA

“PRA FORA DA SALA”

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