segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Ministério fomenta produções literárias sobre 200 anos da Independência

Edital com normas aos participantes foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (11). Os interessados têm até o dia 25 de novembro para se inscrever


O Ministério da Cidadania vai premiar obras literárias inéditas que abordem de forma livre os 200 anos da Independência do Brasil, que serão celebrados em 2022. Os interessados em participar do edital têm até o dia 25 de novembro para se inscrever. Confira.

Ao todo, 20 trabalhos serão contemplados com R$ 30 mil cada – o investimento total será de R$ 600 mil. Esta é a segunda edição do prêmio, que promove a literatura brasileira em todo o País.
“O objetivo desse edital é fomentar atividades relacionadas à promoção da literatura brasileira, valorizar autores nacionais e incentivar a qualidade literária por meio da seleção e premiação de obras literárias inéditas em português do Brasil, que abordem de forma livre a temática do bicentenário da Independência do Brasil”, explica a diretora do Departamento de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas da Secretaria Especial da Cultura, Ana Araruna.

Para o secretário adjunto da Cultura, José Paulo Soares Martins, a premiação é uma oportunidade para celebrar a literatura brasileira em uma importante data para o Brasil. “O livro passa a ser um documento que vai colocar uma série de posições, de vários autores, sobre a importância do tema e o significado dele para a sociedade. Então, esse edital é bastante relevante porque traz essa temática em uma oportunidade única, que é essa data de comemoração dos 200 anos da nossa independência”, destaca.

A avaliação das produções se dará pelos seguintes critérios: qualidade literária, criatividade, originalidade, comunicabilidade e contribuição à cultura nacional. Haverá bonificação aos participantes que apresentarem, na inscrição, uma carta de editora demonstrando interesse em publicar a obra.
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cidadania

Secretaria Especial da Cultura e FBB discutem projetos para Estação Cidadania

Ricardo Braga conversou com diretor executivo da Fundação Banco do Brasil sobre projetos de educação para a unidade de Brumadinho (MG)
Da esquerda para a direita, Ricardo Braga, Paulo Nakamura e Rogério Biruel (Foto: Clara Angeleas/Ministério da Cidadania)
Brasília/DF – O Ministério da Cidadania e a Fundação Banco do Brasil vão desenvolver em parceria projetos de educação profissionalizante na Estação Cidadania de Brumadinho, em Minas Gerais. A parceria foi debatida em reunião entre o secretário especial da Cultura, Ricardo Braga, o secretário de Difusão e Infraestrutura Cultural, Paulo Nakamura, e o diretor executivo da fundação, Rogério Biruel.
Localizadas em regiões de alta vulnerabilidade social, as Estações Cidadania reúnem, em um só espaço, ações de cultura, esportes, assistência social e capacitação profissional, além de políticas de prevenção à violência. A unidade do município mineiro possui três mil metros quadrados, nos quais abriga uma praça, um Centro de Referência de Assistência Social (Cras), além de biblioteca, sala de informática, cineteatro e quadra poliesportiva.
A Estação Cidadania de Brumadinho integra o pacote de medidas para recuperação do município, a chamada Aliança por Brumadinho, coordenada pelo Ministério da Cidadania. “São iniciativas que estão ajudando a alavancar novamente Brumadinho e dar uma condição de vida melhor para aquela população. A Estação Cidadania é quase um reflexo do Ministério da Cidadania, porque nós temos agora o Esporte, a Cultura e o Desenvolvimento Social. Hoje, uma Estação Cidadania é uma integração desses principais pilares”, ressalta Nakamura.
Entre as empresas parceiras da Aliança por Brumadinho está a Fundação Banco do Brasil. Na reunião com os secretários do Ministério da Cidadania, realizada na quinta-feira (10), o diretor Rogério Biruel afirmou que a instituição vai contribuir para a recuperação do município, ofertando profissionalização à comunidade que vive no entorno do local. O objetivo, segundo ele, é ampliar as oportunidades da população no mercado de trabalho.
“É um projeto de basicamente disponibilizar cursos de educação profissionalizante para a população que fica na região da Estação Cidadania e tentar contribuir, de alguma maneira, para melhorar as habilidades das pessoas e as oportunidades de empregabilidade”, relata.
Dentro do projeto proposto pela Fundação Banco do Brasil, devem ser ofertados cursos de informática, artesanato, música e educação financeira, entre outros. As aulas serão ministradas na própria Estação Cidadania, localizada no bairro Cohab.
Aliança por Brumadinho – Trata-se de um pacote de medidas que visa a reconstrução do município, a recuperação da atividade econômica e o resgate da autoestima da comunidade, com ações nas áreas de desenvolvimento social, educação, saúde, cultura, esporte, infraestrutura, meio ambiente e segurança.
Por Renata Garcia

Feiras literárias serão contempladas com R$ 2 mi do Ministério da Cidadania

O edital foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (11). Inscrições podem ser feitas até o próximo dia 10 de novembro


Ministério da Cidadania vai apoiar a realização de 11 feiras ou ações literárias (Foto: Divulgação)
O Ministério da Cidadania vai investir R$ 2 milhões no apoio à realização de 11 feiras e ações literárias no País. Para participar da seleção pública, os eventos devem ter no mínimo uma edição já realizada e serem produzidos por organizações da sociedade civil sem fins lucrativos. Confira o edital.

Seis eventos receberão R$ 100 mil; três, R$ 200 mil; e dois, R$ 400 mil. Os selecionados precisarão entrar com contrapartida de 25% do valor recebido. As inscrições podem ser feitas até o dia 10 de novembro, por meio do site idp.plataformamaisbrasil.gov.br.

A diretora do Departamento de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas da Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania, Ana Araruna, destaca os critérios que geram pontuação especial aos candidatos.

“Temos dois importantes critérios de bonificação, que são atividades que promovam o livro e a leitura acessíveis a pessoas com deficiências e, também, eventos que contemplem na programação ações realizadas em regiões de vulnerabilidade social, com o intuito de integrar a pauta da cultura com as ações do Ministério da Cidadania”, afirma a diretora.

O edital tem como objetivo ampliar o acesso ao livro e à leitura nos municípios, difundir a literatura brasileira, fortalecer a cadeia produtiva e a economia do livro e estimular a formação de leitores e práticas de leitura.
Para o secretário adjunto da Cultura, José Paulo Soares Martins, as feiras têm grande capacidade de engajamento social em torno do livro. “Essas feiras têm uma capacidade de mobilização de comunidades da maior importância, envolvem a possibilidade da participação da sociedade, das escolas. Então têm uma temática importantíssima, do ponto de vista de formação da educação da sociedade e de fortalecimento da nossa cultura por meio do livro”, destaca.

Os critérios de pontuação incluem os impactos cultural, social e econômico do evento na região em que será realizado.
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cidadania

Museu do Forte Defensor Perpétuo preserva história do Brasil colonial

Com construções do século XVIII, área do forte virou museu administrado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), vinculado ao Ministério da Cidadania


Foto: Divulgação/Ibram

Brasília/DF – Com áreas construídas no século XVIII para defender Paraty (RJ) de possíveis invasores, o Forte Defensor Perpétuo foi reformado em 1822 e virou museu no século passado. Com vista privilegiada da cidade, ele é administrado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), vinculado ao Ministério da Cidadania, e recebe mais de 500 visitantes por mês.
O edifício do Forte preserva com autenticidade a história do Brasil colonial. Ele possui três áreas internas: a Casa do Comandante, a ala do Quartel da Tropa e o Quartel dos Inferiores. Na área externa, há a Casa da Pólvora e a Praça de Armas. De acordo com o diretor do Museu, Julio Cesar Dantas, o sítio histórico é o principal atrativo para os visitantes. “É parte do primeiro povoamento de Paraty e tem toda uma beleza cênica e paisagística”, destaca.
O Forte recebeu o nome atual em homenagem a Dom Pedro I, Imperador e Defensor Perpétuo do Brasil. O museu proporciona uma verdadeira viagem no tempo. Armamentos de guerra, artefatos caiçaras e peças que remontam ao período escravocrata são grandes atrativos. A vista da baía e o acesso ao mar, também. A preservação e o cuidado tornam o espaço único para quem busca o contato com a história do País. “É um espaço singular. Quando você pensa em monumentos em termos de Brasil, alguns já perderam seu entorno, estão descaracterizados, foram ampliados, já perderam mata nativa em volta. E aqui, tudo isso está preservado”, enfatiza Dantas.

História e acervo

Em 1856, a fortificação foi desarmada pelo então Ministério da Guerra e transferida para o governo provincial. Segundo relatos de visitantes, um regimento de pracinhas foi enviado para guarnecer o Forte durante a Segunda Guerra Mundial.
Em 1957, o Defensor Perpétuo foi tombado pela Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan, atual Iphan) e restaurado pela mesma instituição na década seguinte. Em 1989, o edifício passou a abrigar o Centro de Artes e Tradições Populares, que abriu ao público exposições sobre a cultura caiçara e suas tradições.
A artilharia exposta na Praça de Armas é composta em sua maioria por peças de ferro fundido, calibre 12 libras, forjadas na Grã-Bretanha durante a segunda metade do século XVIII. Após as Guerras Napoleônicas (1799-1815), os canhões teriam sido vendidos para o Brasil para compor a artilharia de diversas fortificações. Os tachos ou caldeirões para a produção de açúcar, situados no Quartel da Tropa, foram fabricados em Low Moor, nos arredores de Bradford (norte da Inglaterra), a partir de 1789.
A Casa da Pólvora, exemplar raro no Brasil deste tipo de construção, abriga amostras de importantes artefatos da tradição caiçara: as canoas feitas com troncos de árvores. O museu conta ainda com peças provenientes de fazendas da região de Paraty-Mirim, como o tronco de escravos, o carro de boi e os tambores de Candombe. Estes últimos são testemunhos do intercâmbio cultural afro-descendente através do Caminho do Ouro durante os séculos XVIII e XIX.
Serviço:
Localização: Av. Orlando Carpinelli, 440, Pontal, Paraty-RJ
Visitação: De terça a domingo, de 9 às 12h e 14h às 17h.
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cidadania
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Centro Técnico Audiovisual oferece curso a jovens com deficiência intelectual

A iniciativa nasceu da parceria entre o CTAv, vinculado ao Ministério da Cidadania, e o Instituto Municipal Helena Antipoff (IHA)


Foto: Clara Angeleas

Rio de Janeiro/RJ – Uma parceria para expandir horizontes, em todos os sentidos. O Centro Técnico Audiovisual (CTAv), vinculado ao Ministério da Cidadania, se uniu ao Instituto Helena Antipoff (IHA), ligado à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, para ensinar técnicas de animação a pessoas com deficiência intelectual. No início de outubro, cinco alunos do instituto receberam do CTAV uma oficina sobre princípios do gênero audiovisual.

O instrutor do curso, Sérgio Arena, acena que receber estes alunos foi uma experiência nova e enriquecedora. “A oficina também foi inédita para mim, pois já tinha o formato do curso preparado, mas para essa relação com eles eu não tinha. Foi extremamente contagiante, porque eles ficaram muito encantados em entender todo o processo, entender como o movimento se dá, eles ficaram bastante envolvidos e fluiu super bem”, contou Arena.

Para formatar a oficina e adaptá-la às exigências dos alunos, foi preciso que a equipe do CTAv se reunisse com os professores do IHA. “O pessoal do IHA fez a oficina, para que pudessem sentir e pensar de que forma a gente poderia adaptar para os alunos com deficiência. Todo o processo foi feito em conjunto, o que ajudou enormemente”, completou o professor.

No início da oficina, os alunos assistiram a alguns curtas-metragens de animação na sala de cinema do CTAv. Em seguida, Arena mostrou a eles como criar uma animação por meio de desenhos e fotos colocados em sequência e, depois, em movimento. Os alunos fizeram então suas próprias animações, com os instrumentos disponibilizados em sala de aula.

Raissa Baêta, uma das participantes, compôs um pequeno filme em que sua boneca girava sobre um fundo violeta. Apesar do resultado ter impressionado a todos, a técnica é simples: foram feitas várias fotografias da boneca em diferentes posições sucessivas, que foram colocadas em sequência ritmada pelo programa do computador. No fim da oficina, os alunos, seus acompanhantes, os professores e técnicos fizeram uma pequena confraternização para celebrar o encontro.

Transformação e cidadania

Segundo Maria de Lourdes S. Pereira, mãe da participante Monick da Silva Pereira (31), iniciativas deste tipo estimulam a criatividade e ajudam a filha a se expressar melhor, o que foi observado durante e após a oficina. “Ela adorou. Agora ela conta para todos o que aconteceu, e isso é ótimo. Ela fala o que fez, onde foi. Tudo isso é muito gratificante para nós, mães, ver o desenvolvimento deles, ver que o trabalho está dando certo”, destacou.

Professora do IHA, Mônica Muniz de Ruiz acompanhou os alunos durante toda a atividade. Formada em Dança pelo Instituto Angel Vianna, com especialização em Recuperação Motora e Terapia através da Dança e em Fisioterapia, ela leciona para pessoas com deficiência há 22 anos e se encanta com o poder transformar da arte. “A arte transforma pensamentos, faz com que você se sinta mais feliz quando você é capaz de ser ouvido, quando você tem sua expressão valorizada, a arte pode transformar de forma positiva qualquer ser humano. É muito gratificante ver o olhar das famílias quando o aluno se expressa, quando é valorizado e aplaudido. O olhar muda, a família passa a ter autoestima mais positiva, o aluno passa a ter autoestima fortalecida”, contou.

Um dos alunos do IHA que participou do curso oferecido pelo governo federal, Evandro Souza de Nascimento, relatou o quanto é bom aprender coisas novas. “Eu gostei dos movimentos e eu não sabia que, detalhadamente, é trabalho pra caramba”, afirmou. Empolgado com que o aprendeu, Nascimento não descarta a possibilidade de participar de uma produção audiovisual no futuro. “Quem sabe um dia, né, eu possa fazer um filme assim?”, disse, ao final do encontro.

Se depender da equipe do CTAV, não faltarão oportunidades de aprendizado e aprimoramento sobre o universo audiovisual, voltadas a diferentes públicos. Segundo a coordenadora interina do centro, Débora Palmeira, a ideia é seguir fazendo oficinas e ampliar seu alcance.

“Recebemos muitas respostas positivas dos alunos em relação ao conteúdo e a forma como as oficinas são conduzidas. Também já soubemos que alguns jovens que faziam oficinas aqui foram convidados para participar do júri de um festival de curtas aqui no Rio, e eles receberam por isso. Então, é gratificante saber que a capacitação que eles receberam aqui contribuiu para que eles pudessem realizar essa atividade fora”, ressaltou.

Sobre o CTAv

Criado em 1985 a partir de parceria entre a Embrafilme e o National Film Board do Canadá, o CTAv integra, desde 2003, a estrutura da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cidadania. O centro é referência na América Latina em conservação de acervo, sendo responsável pela guarda de mais de 20 mil rolos de película e 4,5 mil arquivos digitais.

O CTAv também presta serviço de mixagem e empréstimo de equipamentos, por meio de chamadas públicas, e de produção e envio de cópias de filmes brasileiros para participar de festivais de cinema nacionais e internacionais. O centro também oferece oficinas e cursos, todos eles gratuitos. A programação pode ser conferida no site do centro, localizado no Rio de Janeiro, em www.ctav.gov.br.
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Secretário Especial da Cultura defende inclusão de artistas não atendidos por políticas públicas

Em reunião com a Ordem dos Músicos do Brasil, Ricardo Braga também debateu questões referentes à Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) e ao Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC)



Secretário Ricardo Braga e Gerson Ferreira Tajes (Foto: Ronaldo Caldas/Ministério da Cidadania)
Brasília/DF – O secretário especial da Cultura do Ministério da Cidadania, Ricardo Braga, recebeu nesta quarta-feira (09) representantes da Ordem dos Músicos do Brasil, entre eles o presidente da entidade, Gerson Ferreira Tajes. O grupo debateu questões referentes à Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), responsável por avaliar projetos candidatos a captar recursos pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, e ao Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC). Braga ressaltou no encontro a importância de discutir possibilidades para levar a cultura às classes menos atendidas pelo Estado.
No encontro, Ricardo Braga sinalizou como prioridade encontrar meios de agregar à Cultura artistas de regiões que vinham recebendo menos investimentos federais. Conforme Braga, debater a inclusão desses músicos é mais importante do que discutir como aumentar o fomento no setor. “Em vez de debater o aumento de fomento, é importante, neste momento, termos novas ideias de como trazer para a cultura classes artísticas que não conseguem ser abrangidos pela lei totalmente. Então, acredito que é positivo oxigenar todo o setor e trazer novas oportunidades”, argumentou.
O assessor jurídico do Conselho Federal da Ordem dos Músicos do Brasil, Giovane Paraíso, atentou para a necessidade de discutir, junto à CNIC e ao CNPC, a valorização do trabalho de músicos de pouca expressão. “De modo que a gente possa avaliar, discutir junto o que vai ser feito nas regiões do País, onde que pode ir o investimento, para que locais deve ser direcionado, as regiões mais carentes, aquela região que precisa de fato de incentivo”, pontuou.
A Ordem dos Músicos do Brasil possui como atribuição a defesa dos interesses da categoria e estabelece a interlocução com o poder público e a sociedade, em busca de políticas públicas de incentivo à cultura da música brasileira. O Conselho Federal possui papel importante na fiscalização dos Conselhos Regionais, orientando e verificando a aplicação dos recursos arrecadados.
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Edital #amorpeloBrasil vai premiar vídeos gravados pelo celular por jovens de 12 a 18 anos



O Ministério da Cidadania quer incentivar jovens de todo o Brasil a exercerem a criatividade, mostrarem seus talentos e darem um primeiro passo em um dos setores que mais crescem no mundo – o audiovisual. Para isso, lançou o Prêmio #amorpeloBrasil, que vai selecionar 351 vídeos produzidos com celular por jovens de 12 a 18 anos de todos os estados do País e do Distrito Federal sobre iniciativas que contribuam para a melhoria de vida dos moradores de suas comunidades. Cada um dos vencedores vai receber de R$ 3 mil a R$ 20 mil. As inscrições podem ser feitas até as 12h do dia 12 de novembro neste link.
“O edital é uma convocação da juventude para a arte, para mostrar os seus talentos artísticos e criar um espetáculo de beleza, de enaltecimento do amor pela pátria, do amor pelo Brasil para todos os órgãos brasileiros”, afirma o ministro da Cidadania, Osmar Terra. “Além disso, é uma oportunidade para os jovens terem um primeiro contato com o setor audiovisual e, quem sabe, no futuro, poderem trabalhar com cinema, tevê ou mesmo tornarem-se youtubers”, destaca.
No total, serão oferecidos R$ 2 milhões do Fundo Nacional da Cultura (FNC) aos contemplados, entre prêmios diretos e capacitações. A seleção, promovida pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cidadania, vai funcionar em duas etapas: na primeira, os doze melhores vídeos de cada estado e do Distrito Federal receberão R$ 3 mil. Na segunda etapa, os vídeos classificados em primeiro lugar em cada uma das 27 unidades da Federação serão novamente avaliados e o primeiro lugar vai receber R$ 20 mil; o segundo, R$ 15 mil; o terceiro, R$ 10 mil; o quarto, R$ 8 mil; e o quinto, R$ 6 mil reais. Os premiados que ficarem entre o sexto e o vigésimo sétimo lugares vão receber R$ 5 mil.
As obras audiovisuais inscritas devem ser gravadas em celular, publicadas em plataformas digitais gratuitas e de livre acesso, como Youtube, Dailymotion e Vimeo, ter duração mínima de um minuto e máxima de dois e abordar temas relacionados à promoção da cidadania. É vedada a inscrição de vídeo que aborde discurso de ódio e discriminatório, bem como propaganda política partidária, entre outros itens.
“Imagine um vídeo que tenha como base o amor que tu sentes pelo Brasil, o amor que nossa gente sente pelo país em que vive e faça esse vídeo. Você pode, de repente, se revelar como um grande diretor de cinema, um grande roteirista, uma pessoa com um talento que vai ser premiado e reconhecido depois. Pode ser chamado para outros desafios na área artística”, destaca o ministro Osmar Terra.
O secretário do Audiovisual do Ministério da Cidadania, Ricardo Rihan, ressalta que o setor audiovisual se destaca economicamente e merece ser reconhecido e valorizado. “O audiovisual é um setor estratégico, importante e que oferece as mais diferentes formas de atividade profissional. Então, estou muito feliz com essa iniciativa e acho que vai ter um impacto bastante importante na sociedade brasileira”, defende.
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