quinta-feira, 6 de abril de 2017

Educadores concluem Curso de Formação de Formadores em Educação Contextualizada no Piauí


Um grupo formado por 27 professores da rede pública e educadores vinculados às organizações sociais concluiu, nos dias 21 e 22 de outubro de 2016, o Curso de Formação de Formadores em Educação Contextualizada no Semiárido, promovido pela Rede de Educação do Semiárido (RESAB) e a Universidade Federal do Piauí.
O Curso de Formação foi realizado no período de agosto/2015 a outubro/2016 e teve como objetivo aprofundar os estudos sobre as bases teórico-metodológicas, filosóficas e político-pedagógicas que norteiam as concepções e práticas de educação do campo e educação contextualizada no semiárido.
A proposta de formação foi organizada em quatro módulos temáticos voltados à discussão, por um lado, dos aspectos sócio-históricos, políticos, econômicos e culturais do semiárido e, por outro, dos aspectos teórico-metodológicos e políticos pedagógicos que norteiam os projetos de educação para a convivência. Os módulos serão desenvolvidos a partir das seguintes temáticas:
Módulo I: Semiárido Brasileiro: aspectos sócio-históricos, geoambientais, políticos e culturais;
Módulo II: Educação Contextualizada no Semiárido: bases teóricas e concepções político-pedagógicas.
Módulo III: Práticas educativas no contexto do Semiárido: referenciais teórico-metodológicos
Módulo IV: Currículo, cultura e conhecimento: estratégias de integração e contextualização dos projetos educativos.
A metodologia de trabalho baseou-se na pedagogia freireana e na educação popular, tendo como eixo central a problematização das condições socioeconômicas, políticas e culturais do semiárido, bem como, dos pressupostos teórico-metodológicos que dão sustentação às práticas educativas desenvolvidas nas escolas do semiárido.

Pesquisadores lançam livro sobre educação do campo no Encontro de Pesquisa Educacional do Nordeste


Pesquisadores do Centro de Ciências da Educação da Universidade Federal do Piauí (UFPI) lançaram o livro “Educação do campo: reflexões políticas e teórico-metodológicas”, durante o XXII Encontro de Pesquisa Educacional do Nordeste, realizado no período de 20 a 23 de setembro de 2016 em Teresina - PI.

A coletânea organizada pelo prof. Dr. Elmo de Souza Lima (UFPI) e a Profa. Ms. Keylla Rejane Almeida Melo (UFPI) reúne 10 artigos de pesquisadores da UFPI e de outras universidades do Nordeste que têm a Educação do Campo como objeto de estudo e como bandeira de luta.

Para Elmo Lima, o propósito deste trabalho é fomentar a discussão entre educadores, pesquisadores e demais sujeitos sociais acerca das políticas e práticas educativas desenvolvidas nas escolas do campo, confrontando-as com as proposições teórico-práticas construídas em diálogo com os movimentos sociais, visando à implementação de projetos educativos que, partindo dos anseios dos camponeses, se coloco enquanto um projeto coletivo de emancipação política e cultural.

Os textos reunidos pretendem subsidiar reflexões docentes que se encaminhem para mudanças de concepções sobre conhecimento e educação escolar, resultando, assim, na transformação das práticas educativas que se desenvolvem no contexto das escolas do campo.

Os trabalhos que compõem a obra buscam estabelecer um diálogo entre as bases teóricas e político-pedagógicas da educação do campo e as experiências desenvolvidas pelos/as educadores/as e movimentos sociais, de modo a assegurar à materialização dos princípios que dão sustentação a proposta de educação do campo.

Encontro Nacional discute estratégias de fortalecimento da educação contextualizada no semiárido

 À luz da teoria de Paulo Freire, dezenas de educadoras e educadores populares de todo o Semiárido participaram, nos dias 13, 14 e 15 de setembro de 2016, em Teresina – PI, do Encontro Nacional de Educação Contextualizada para a Convivência com o Semiárido, realizado pela Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), com a participação de90 pessoas vindas dos 11 estados que compõem a região semiárida.
E “esperançar” foi o verbo que deu o tom inicial do Encontro Nacional de Educação Contextualizada para a Convivência com o Semiárido, realizado pela Articulação Semiárido Brasileiro (ASA). “Precisamos esperançar no sentido que Paulo Freire dizia: esperançar é juntar-se com outros e outras para fazer de outro modo. E estamos aqui hoje tentando manter o verbo esperançar para continuar a luta e é este o objetivo da ASA de construir uma educação como processo de vida e com uma perspectiva de inserir na sociedade pessoas novas para que possamos combater as tantas desesperanças”, enfatizou o Coordenador executivo da ASA pelo estado do Piauí, Carlos Humberto.

sexta-feira, 24 de março de 2017

MOC lança a Campanha “SerTão Solidário”




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O MOC acaba de lançar a Campanha SerTão Solidário que visa a arrecadação de alimentos não perecíveis para pessoas que estão com dificuldades diante da seca que já se prolonga por vários anos no Semiárido baiano. Diferente de outros períodos de estiagem, a seca não afeta apenas a zona rural, mas as sedes municipais que passaram a sofrer também com a falta de água.

Para atender o maior número possível de pessoas, além de Feira de Santana, cidade sede do MOC, a campanha dispõe de vários postos de coletas distribuídos nas sedes dos Sindicatos de Trabalhadores/as Rurais dos municípios de Quijingue, Nova Fátima, Ichu, Riachão do Jacuípe, Retirolândia e Santaluz, além de espaço para coleta nas APAEBs de Serrinha e Araci.

Baixe as peças de divulgação da Campanha no site do MOC: http://www.moc.org.br/campanha/18/campanha-sertao-solidario

Estamos coletando viveres para socorrer àqueles e aquelas que estão passando necessidade e até mesmo fome em decorrência da estiagem(seca).

Por que isso é necessário?

Doar estes alimentos é momentaneamente necessário como um ato de solidariedade e como ação de emergência. Mas isso se torna necessário, agora, não apenas pela necessidade premente que as pessoas passam. Mas também por outras razoes mais profundas, que temos de meditar.

Estas pessoas passam necessidade porque a elas foram negadas políticas que poderiam ter garantido que elas trabalhassem e, mesmo na seca, pudessem ter o pão para comer.

O que lhes foi negado?

Foi negado a terra. A maioria destas famílias não possui terra suficiente para produzir pois a Reforma Agraria tem suas verbas cortadas; a maioria destas famílias não tem acesso a uma assistência técnica que lhe garanta conviver com o semiárido; a maioria destas famílias possivelmente não tem acesso à cisterna de captação de água para consumo e muito menos cisterna de agua para produção, para dar água aos seus animais e produzir. Foi negado a elas também o Bolsa Estiagem, o Seguro Safra e outras ações que o Governo Federal vem cortando e que são programas que garantem ao mais pobre a força para resistir nestas ocasiões.

Se estas políticas estivessem funcionando, com certeza não teríamos necessidade de coletar alimentos e fazer doações. Deste modo, ao fazermos estas doações, temos de desenvolver, simultaneamente, a atitude de lutar para que estas politicas funcionem.

Sem elas, eternamente teremos coletas de alimentos, eternamente teremos pessoas humilhadas porque têm de receber de doação aquilo que querem e podem produzir.

Temos de lutar por um semiárido vivo, pelos direitos das pessoas, por politicas adequadas ao semiárido.

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PECONTE realiza seminário sobre Políticas Publicas de Educação do Campo


PECONTE realiza seminário sobre Políticas Publicas de Educação do Campo

O Movimento de Organização Comunitária (MOC), através do Programa de Educação do Campo Contextualizada (PECONTE), realiza dentre os dias 22 a 24 de março, o Seminário com gestoras/es coordenadoras/es sobre políticas públicas de Educação do Campo ao tempo que faz o lançamento do livro “Sementes de Educação contextualizada”.
Objetivo do seminário é sensibilizar e capacitar gestores e coordenadores municipais de Educação do Campo para a busca de direitos a educação do Campo contextualizada.

V
era Carneiro, coordenadora do PECONTE, fala sobre o seminário e ressalta que “é de uma fundamental importância fundamental importância seminário de Educação do Campo onde estamos retomando com os novos gestores e destacar a garantia de uma educação do campo contextualizada de qualidade e desenvolvida enquanto direito dos sujeitos do campo, enquanto direito conquistado. Esses dias também serão imprescindíveis para reativar os processos de educação do campo uma vez que contamos com presenças de prefeitos, secretários/as municipais de educação, coordenadores/as pedagógico e professores para pensarmos e discutirmos juntos/as os riscos, ameaças e resignificar o CAT e a Educação do Campo nos municípios do Semiárido”, completa.
No seminário aconteceu uma mesa redonda com o tema: “A situação atual da Educação do Campo Contextualizada com o Semiárido” com a participação da Professora Doutora Maria do Socorro Silva e do presidente da ASA Brasil Naidson Baptista.

Os convidados falaram sobre o semiárido as formas de convivência e os elementos que compõe a sua construção atrelados a ideia de participação, coletividade e organização das pessoas, entidades e dos poderes públicos numa junção para o desenvolvimento.

Dentro da programação do primeiro dia, aconteceu também o lançamento do livro “Sementes de Educação Contextualizada” escrito pela Professora Doutora Maria do Socorro Silva que faz uma reflexão diante da pesquisa realizada ressaltando a política atual da Educação do Campo e como fortalecer o CAT nos municípios.

O livro é uma sistematização de eficiências e eficácia da proposta de Educação Contextualizada desenvolvida pelo MOC, em parceria com a Universidade Estadual de Feia de Santana (UEFS) e movimentos sociais do campo.

No Seminário acontecerá dentre os outros dias o Encontro com coordenações municipais de Educação do Campo debatendo, sensibilizando e capacitando as novas coordenações do Projeto CAT/Baú de Leitura para o trabalho segundo os princípios e metodologias da Educação do Campo, favorecendo/ possibilitando a compreensão dos processos de construção da Ficha Pedagógica.
No evento houve participação do Presidente do MOC José Jeronimo de Morais, Cassia Margarete, da coordenação da Educação do Campo do governo do Estado da Bahia.

Cerca de 120 pessoas estiveram presentes no Seminário que acontece até dia 24, no município de Feira de Santana.




Kívia Carneiro
ComunicólogaPrograma de Comunicação do MOC

MOC - Movimento de Organização Comunitária por uma educação contextualizada


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Breve na TV Subaé, em data a ser definida, matéria sobre a Campanha SERTÃO SOLIDÁRIO lançada pelo MOC. 
Na foto entrevista com uma das agricultoras da Fazenda Rumo que fizeram a doação de uma caixa de alimentos..

No próximo domingo, às 06:00 horas da manhã, ouçam Naidison Baptista no Programa Rural da Rádio Sociedade de Feira de Santana, falando sobre a Campanha e a negação de políticas de Convivência com o Semiárido.
Visite a página no Facebook: MOC - Movimento de Organização Comunitária
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Escolas do campo recebem kits de jogos pedagógicos contextualizados

Aproveitando o Seminário de lançamento do livro "Sementes de Educação Contextualizada" e o primeiro encontro em 2017 com os coordenadores pedagógicos do campo, o MOC entregou kits de jogos pedagógicos "Ludo" aos municípios que foram inseridos no Projeto Cisternas nas Escolas.
No total 128 escolas do campo receberam os jogos que são contextualizados com o Semiárido e foram elaborados pela Articulação Semiárido Brasileiro (ASA)

 AQUI Veja mais fotos

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O Movimento de Organização Comunitária (MOC), através do Programa de Educação do Campo Contextualizada (PECONTE), realiza dentre os dias 22 a 24 de março, o Seminário com gestoras/es coordenadoras/es sobre políticas públicas de Educação do Campo ao tempo que faz o lançamento do livro “Sementes de Educação contextualizada”.
Objetivo do seminário é sensibilizar e capacitar gestores e coordenadores municipais de Educação do Campo para a busca de direitos a educação do Campo contextualizada.


MOC - Movimento de Organização Comunitária http://www.moc.org.br

sexta-feira, 17 de março de 2017

Plano de Ações Articuladas (PAR)


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O Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), apresentado pelo Ministério da Educação em abril de 2007, colocou à disposição dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, instrumentos eficazes de avaliação e implementação de políticas de melhoria da qualidade da educação, sobretudo da educação básica pública.
O Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, um programa estratégico do PDE, instituído pelo Decreto nº 6.094, de 24 de abril de 2007, inaugurou um novo regime de colaboração, conciliando a atuação dos entes federados sem lhes ferir a autonomia, envolvendo primordialmente a decisão política, a ação técnica e atendimento da demanda educacional, visando à melhoria dos indicadores educacionais. Sendo um compromisso fundado em 28 diretrizes e consubstanciado em um plano de metas concretas e efetivas, compartilha competências políticas, técnicas e financeiras para a execução de programas de manutenção e desenvolvimento da educação básica.
A partir da adesão ao Plano de Metas, os estados, os municípios e o Distrito Federal passaram à elaboração de seus respectivos Planos de Ações Articuladas (PAR). A partir de 2011, os entes federados poderão fazer um novo diagnóstico da situação educacional local e elaborar o planejamento para uma nova etapa (2011 a 2014), com base no Ideb dos últimos anos (2005, 2007 e 2009).
Informações sobre utilização do Simec – Módulos “PAR Plano de Metas” e “PAR 2010” (acesso ao sistema, senha, inserção de dados, monitoramento do PAR):
E-mail: planodemetas@mec.gov.br
No MEC - telefones: (61) 2022-8335 / 8336 / 8337 / 8338.
No FNDE - telefones: (61) 2022-5802 / 5813 / 5831 / 5902 / 5924 / 5928 / 5930 / 5961 / 5973

sexta-feira, 3 de março de 2017

Programa Primeiro Emprego









O QUE É O PROGRAMA 1º EMPREGO?

 É uma ação social de combate ao desemprego dos jovens, promovido pelo
 Governo do Estado para  inserir egressos e estudantes da Educação
 Profissional no mercado de trabalho, além de estimular  uma maior dedicação
 na sala de aula, justamente por contemplar aqueles com melhores  resultados.


 QUANTAS VAGAS SERÃO OFERECIDAS?

 A meta do Governo do Estado é oferecer 4.500 vagas em 2016/17 e
 outras 4.500 em 2017/18,  totalizando 9.000 vagas. Os empregos serão
 oferecidos na área de estudo de cada jovem. Outras  vagas serão ofertadas
 pela iniciativa privada.

 QUEM SÃO OS BENEFICIÁDOS?

 Estudantes da Educação Profissional Estadual que já fizeram 40%
do curso ou que o concluíram há  no máximo um ano e adolescentes
qualificados por programas governamentais executados pelo  Estado da Bahia.

Os estudantes devem manter os dados atualizados no SGE (Sistema
de Gestão  Escolar), principalmente telefone, e-mail e endereço,
para que sejam encontrados.

 COMO ATUALIZAR OS DADOS CADASTRAIS?

 Para que os estudantes e egresso sejam contatados em caso de seleção
é importante que todos  estejam com seus dados cadastrais atualizados
 no banco de dados da SEC, que pode ser feito  pelo  site
www.educacao.ba.gov.br/atualizacaocadastralep ou ainda
 na unidade escolar em que  ele está  matriculado ou que concluiu seu curso.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Como melhorar a qualidade da educação em meio à descontinuidade das políticas?



Infelizmente, a descontinuidade das políticas públicas educacionais é uma constante no Brasil. Desconstruir esta cultura é um enorme desafio, ainda mais quando a economia não está bem. São inúmeros os exemplos de descontinuidade de programas e ações que afetam diretamente a rotina escolar e, por consequência, a aprendizagem dos alunos. Mudar essa tendência é imprescindível para que o Brasil possa dar o salto de qualidade necessário para assegurar a todos os estudantes o direito à educação de qualidade.

Como exemplo, podemos citar a interrupção do crescimento do número de matrículas em tempo integral no Ensino Fundamental em todo o país. Segundo dados do Censo Escolar divulgados na semana passada, as matrículas em tempo integral caíram de 4,5 milhões para 2,4 milhões entre 2015 e 2016. Entre as possíveis explicações estão a crise econômica que interrompeu ações como o programa federal Mais Educação. Além disso, com a queda na arrecadação e, por consequência, nos recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), muitas redes deixaram de investir em políticas de educação integral.

Estamos, portanto, mais distantes de cumprir a meta do PNE (Plano Nacional de Educação), que determina a ampliação da oferta da educação em tempo integral em, no mínimo, metade das escolas públicas, de forma a atender, ao menos, 25% dos alunos da Educação Básica.

Cultura em todo esporte





Objetivos

  • Ampliar o conhecimento sobre a cultura dos esportes.
  • Conhecer as relações do jogo com aspectos políticos, econômicos, midiáticos e sociais.
  • Aprender sobre as diferentes funções em eventos esportivos (jogadores, árbitros, técnicos etc.).
Este plano de aula se baseia na seguinte reportagem: Adrenalina - por que corremos riscos.

Conteúdos

  • Esportes e jogos.
  • Manifestações culturais.

Anos

6º e 7º.

Desenvolvimento

1ª etapa 
O primeiro passo é identificar um esporte para ser trabalhado - o importante é que ele faça parte do cotidiano da turma. Inicie o diagnóstico com uma roda de conversa. Pergunte: quais esportes conhecem? Quais praticam? Quais podem ser feitos na escola? Construa uma lista e eleja, junto com a classe, uma modalidade.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Programa Novo Mais Educação


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Apresentação
O Programa Novo Mais Educação, criado pela Portaria MEC nº 1.144/2016 e regido pela Resolução FNDE nº 5/2016, é uma estratégia do Ministério da Educação que tem como objetivo melhorar a aprendizagem em língua portuguesa e matemática no ensino fundamental, por meio da ampliação da jornada escolar de crianças e adolescentes.
Em 2017, o Programa será implementado por meio da realização de acompanhamento pedagógico em Língua Portuguesa e Matemática e do desenvolvimento de atividades nos campos de artes, cultura, esporte e lazer, impulsionando a melhoria do desempenho educacional mediante a complementação da carga horária em cinco ou quinze horas semanais no turno e contraturno escolar. O Programa tem por finalidade contribuir para a:
I - alfabetização, ampliação do letramento e melhoria do desempenho em língua portuguesa e matemática das crianças e dos adolescentes, por meio de acompanhamento pedagógico específico;
II - redução do abandono, da reprovação, da distorção idade/ano, mediante a implementação de ações pedagógicas para melhoria do rendimento e desempenho escolar;
III - melhoria dos resultados de aprendizagem do ensino fundamental, nos anos iniciais e finais;
IV - ampliação do período de permanência dos alunos na escola.
O Programa Novo Mais Educação será implementado nas escolas públicas de ensino fundamental, por meio de articulação institucional e cooperação com as secretarias estaduais, distrital e municipais de educação, mediante apoio técnico e financeiro do Ministério da Educação - MEC.

Adesão ao programa
As secretarias municipais, estaduais e distrital de educação (Entidades Executoras – EEx) aderiram ao Programa Novo Mais Educação por meio do módulo PAR do Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle (SIMEC), com a indicação das escolas vinculadas habilitadas a aderir ao Programa. O prazo de adesão para essa etapa se iniciou em 19/10/2016 e se encerrou  em 04/11/2016.
A partir daí, as Unidades Executoras (UEx) das escolas elaboraram e enviaram à SEB/MEC o Plano de Atendimento da Escola, por meio do Sistema PDDE Interativo. Esse procedimento de adesão constitui-se em condição necessária para que as escolas possam ser contempladas com recursos financeiros. O prazo de adesão para essa etapa se iniciou em 24/10/2016 e se encerrou em 18/11/2016.

Organização dos Tempos Escolares
As escolas que aderiram ao plano de 05 (cinco) horas de atividades complementares por semana realizarão 2 (duas) atividades de Acompanhamento Pedagógico:
  • 1 (uma) de Acompanhamento Pedagógico de Língua Portuguesa, com 2 (duas) horas e meia de duração.
  • 1 (uma) de Acompanhamento Pedagógico de Matemática, com 2 (duas) horas e meia de duração.
As escolas que ofertarem 15 (quinze) horas de atividades complementares por semana realizarão 2 (duas) atividades de Acompanhamento Pedagógico, totalizando 8 (oito) horas, e outras 3 (três) atividades de escolha da escola, sendo:
  • 1 (uma) de Acompanhamento Pedagógico de Língua Portuguesa com 4 (quatro) horas de duração;
  • 1 (uma) de Acompanhamento Pedagógico de Matemática, com 4 (quatro) horas de duração;
  • 3 (três) atividades de escolha da escola dentre aquelas disponibilizadas no Sistema PDDE Interativo, a serem realizadas nas 7 (sete) horas restantes.

Prioridades
Ao indicar as escolas para o Programa, foi recomendado que as EEx utilizassem os seguintes critérios de priorização:
I – escolas que receberam recursos na conta PDDE Educação Integral entre 2014 e 2016.
II – escolas que apresentam Índice de Nível Socioeconômico baixo ou muito baixo segundo a classificação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP);
III – escolas que obtiveram baixo desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB).

Atores
Para auxiliar e realizar as atividades previstas no planejamento do Programa Novo Mais Educação, foram definidas as seguintes funções:
I – Articulador da Escola, que será responsável pela coordenação e organização das atividades na escola, pela promoção da interação entre a escola e a comunidade, pela prestação de informações sobre o desenvolvimento das atividades para fins de monitoramento e pela integração do Programa com Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola. O Articulador da Escola deverá ser indicado no Plano de Atendimento da Escola, devendo ser professor, coordenador pedagógico ou possuir cargo equivalente com carga horária mínima de 20 (vinte) horas, em efetivo exercício, preferencialmente lotado na escola;
II – Mediador da Aprendizagem, que será responsável pela realização das atividades de Acompanhamento Pedagógico;
III – Facilitador, que será responsável pela realização das 7 (sete) horas de atividades de escolha da escola.
Além desses atores, cada Secretaria de Educação, no ato de adesão, indicou um coordenador municipal, distrital ou estadual que fará o acompanhamento do programa.

Contatos
Programa Novo Mais Educação
Coordenação-geral de Ensino Fundamental
Diretoria de Currículos e Educação Integral (DICEI)
Esplanada dos Ministérios – Bloco L – Anexo II – Sala 309 / CEP: 70047 – 902
Telefone: (61) 2022-9182 – 9186 – 8303 – 7499
E-mail: novomaiseducacao@mec.gov.br

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Entenda o que é o PROUNI


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                           Cronograma

                           Veja aqui o cronograma do processo seletivo 1º/2017
               O que é o Prouni
O Programa Universidade para Todos (Prouni) do Ministério da Educação, criado pelo governo federal em 2004, oferece bolsas de estudos, integrais e parciais (50%), em instituições particulares de educação superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, a estudantes brasileiros sem diploma de nível superior.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Você sabe quem é aquela moça que aparece nas notas do real?


Descubra o que a figura que aparece nas cédulas em circulação no país representa.

Você sabe quem é aquela moça que aparece nas notas do real?
Fonte da imagem: pixabay




Você já percebeu que, nas cédulas em circulação no Brasil, além dos diversos animais que estampam a face reversa — como a arara nos bilhetes de R$ 10 e o mico-leão-dourado nos de R$ 20 —, também existe uma moça que aparece em todas as notas de real? A figura se parece à escultura de uma mulher, toda séria e sem olhos, ilustrando o lado anverso de todas as cédulas. Mas, afinal, quem é essa moça?
De acordo com o Banco Central do Brasil, trata-se de uma efígie simbólica, ou seja, uma ilustração que representa a República. No nosso país, ela foi interpretada sob a forma de uma escultura, e a imagem original que serviu de inspiração para essa representação foi o quadro “A Liberdade Guiando o Povo”, de Eugène Delacroix, no qual a Liberdade é apresentada na forma de uma mulher. Confira o quadro abaixo:
"A Liberdade Guiando o Povo", de Eugène Delacroix Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia
Assim, geralmente a imagem da República é representada por uma mulher vestindo o barrete da liberdade, uma espécie de touca — normalmente vermelha — que os republicanos franceses adotaram como uniforme durante a tomada da Bastilha.

A moça das notas e a... maçonaria?

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia
No entanto, a mulher que aparece no quadro de Delacroix, além de representar a Liberdade e ser a personificação da República Francesa, também é conhecida como Marianne, um dos símbolos da maçonaria. De acordo com o pessoal do blogNo Esquadro, os maçons tiveram uma participação fundamental durante a Revolução Francesa, tanto que o principal lema desse acontecimento, “Liberdade, Igualdade, Fraternidade”, é compartilhado pela organização.
Segundo a publicação, durante a revolução a liberdade era o primeiro princípio a ser conquistado, já que sem ela seria impossível alcançar a igualdade ou a fraternidade. Sendo assim, os franceses decidiram adotar a figura de uma mulher para representar esse princípio, e acredita-se que o nome tenha surgido a partir da contração de outros dois nomes bem comuns entre as mulheres francesas da época, Marie e Anne.

Senhora da Liberdade

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia
Hoje, os bustos da “Senhora da Liberdade”, contendo o lema da revolução, podem ser encontrados em praticamente todos os edifícios públicos da França, além de terem sido adotados como representação gráfica da República em todo o Ocidente.
Além disso, os bustos também são objetos obrigatórios em todos os templos maçônicos franceses, e é bastante comum que eles contem com outros símbolos utilizados pela maçonaria, como o esquadro e o compasso, o triângulo com o “olho que tudo vê” e a estrela de cinco pontas, por exemplo.

Marianne e a Estátua da Liberdade

Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia
Por falar em simbolismo, a Estátua da Liberdade — localizada em Nova York —, como você deve saber, foi um presente da França aos EUA em comemoração ao centenário da assinatura da Declaração da Independência. A estátua foi produzida pelo escultor francês (e maçom) Frédréric Auguste Bartholdi e, de acordo com o blog, trata-se de uma versão maçônica de Marianne.
Mas voltando ao assunto das cédulas, se você observar a nota de US$ 1 com um pouco mais de cuidado, vai encontrar na face reversa o famoso “olho que tudo vê”, mais um famoso símbolo da maçonaria que todos os dias passa pelas mãos de milhões de pessoas, assim como a moça das notas de real.

As 10 bibliotecas mais estranhas e incríveis do mundo



burro













Antes de qualquer coisa, eu gostaria que você imaginasse uma biblioteca. Pronto? Bem, aposto que a maioria pensou em estantes de madeira abarrotadas de livros, mesas, cadeiras e poltronas para leitura e um silêncio ininterruptível. Não posso discordar do fato de que este é um belo modo de se imaginar uma biblioteca, mas seria esse o único?
Este texto tem a missão de provar que a resposta para a minha última pergunta é: não. É possível extrapolar na imaginação e adicionar até mesmo elementos como... um burro – o animalzinho mesmo! – na sua biblioteca. E, se ainda restam dúvidas, aqui estão 10 motivos para que você acredite em mim:
Biblioburro: Delivery de livros através de burros
A primeira biblioteca da lista é a Biblioburro: uma livraria ambulante onde Luis Soriano - um professor colombiano que dá aulas no Ensino Fundamental – leva livros até as crianças que não poderiam ter acesso a eles de outra forma utilizando seus dois burrinhos: Alfa e Beto. A biblioteca itinerante de Luis começou nos anos 90 com 70 livros e, hoje, por meio de doações, já extrapola 4800 obras.
Ao ser questionado sobre seu projeto, o professor afirma que “tudo começou como uma necessidade, então se tornou uma obrigação; e depois disso, um hábito. Agora é uma instituição.”.

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