sexta-feira, 13 de maio de 2016

Enem - Baixar provas resolvidas e comentadas desde 1998


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VESENTINI, J. W. Nova Ordem, Imperialismo e Geopolítica Global. Campinas: Papirus, 2003. Baixe aqui!
VESENTINI, J. W. . Ensaios de Geografia Crítica. História, Epistemologia e (Geo)política. São Paulo: Plêiade, 2009. 220 p. Baixe aqui!
OLIVEIRA, Christian D. M. de . Sentidos da Geografia Escolar. 1. ed. Fortaleza: EDUFC - Expressão Gráfica, 2009. v. 1. 120p. Baixe aqui!
LIVROS PARADIDÁTICOS
VESENTINI, J. W. . A nova ordem mundial. São Paulo: Ática, 1995. 112 p. Baixeaqui!
VESENTINI, J. W. . A crise do mundo socialista. 6a.. ed. São Paulo: Ática, 1993. 56 p. Baixe aqui!

LIVROS DIDÁTICOS
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Por que o planeta Terra gira ao redor do Sol?


A Terra gira em torno do Sol porque continua mantendo o movimento da nuvem de partículas que a formou e porque tem uma órbita estável, graças ao equilíbrio existente entre sua velocidade e a força gravitacional exercida sobre ela pelo sol.

A nuvem de partículas que formou a Terra tinha um momento angular, que é a quantidade de movimento de um objeto que executa uma rotação em torno de um ponto fixo. De acordo com a lei da Inércia, explicada pelo físico e filósofo Isaac Newton, o momentum (quantidade de movimento) de um corpo é constante, a menos que uma força externa aja sobre ele. Isso significa que se um corpo estiver parado, ele continuará parado até que alguma força o desloque. Por outro lado, se o corpo estiver em movimento, ele permanecerá em movimento indefinidamente, em linha reta. O momento angular da nuvem de partículas que formou nosso sistema solar resultou no movimento dos planetas, e por isso eles continuam se movendo até hoje.

Esse processo permitiu que a terra se mantivesse em sua órbita. Depois de muitos choques, os planetas que giravam muito devagar caíram no Sol, e os que giravam muito depressa escaparam para o espaço. Somente os que tinham a velocidade tangencial adequada ficaram em seus lugares até hoje. Poderíamos nos perguntar: Como a Terra não se chocou com o Sol ou a Lua com a Terra se, de acordo com a lei da gravidade, os corpos maiores atraem os menores?

Lei da gravidade - A lei da atração gravitacional, equacionada por Isaac Newton, diz que os corpos se atraem "na razão direta (multiplicação) das massas e na razão inversa (divisão) do quadrado da distância". Isto significa que a atração é maior quanto maior for a massa, e diminui quando a distância aumenta.

Assim, se dois planetas com a mesma massa estivessem em órbita do Sol, o mais próximo dele seria atraído com uma força gravitacional maior, e o mais distante com uma força menor. Mas, para que um corpo consiga se manter em órbita em torno de outro, deve haver uma relação de equilíbrio entre a velocidade do seu movimento orbital e a força gravitacional que o atrai para o corpo maior. (lembrando que a força gravitacional se calcula multiplicando o valor da massa dos dois corpos e dividindo esse resultado pelo quadrado da distância entre eles).

Para saber se ele conseguirá se manter em órbita, soma-se a velocidade tangencial com a força gravitacional. Se a velocidade for muito pequena, o corpo sai da órbita e pode se chocar com o astro central. Se a velocidade for muito grande, o corpo também vai escapar da órbita e será lançado para o espaço.

Órbita estável ao redor do sol - Para que a órbita seja estável, a soma da velocidade tangencial e da força da gravidade deve coincidir com o traçado da órbita. Quando isso acontece, o corpo vai girar indefinidamente em torno do astro central. Para cada distância (com sua força gravitacional correspondente) existe uma única velocidade tangencial capaz de manter o corpo em órbita. E é por ter essa única relação possível entre sua velocidade e a distância que mantém do sol que nosso planeta continua girando até hoje em torno dele, em uma órbita perfeitamente estável.

Para dar um exemplo de como essa combinação é difícil, quando os cientistas colocam um satélite orbitando em volta da terra, eles fazem esse mesmo cálculo para encontrar o ponto de equilíbrio entre a velocidade do movimento do satélite e a distância da Terra onde ele deverá orbitar. Se não for obedecida essa única relação possível, entre sua altura e velocidade, ele cairá sobre a terra ou se desviará para o espaço.

Assim também a Lua é atraída pela Terra mas não cai sobre nós porque tem uma velocidade que a mantém sempre na mesma distância. E a Terra não cai no Sol porque sua velocidade orbital equilibra a atração gravitacional exercida pelo Sol sobre ela.

Fonte: EBC.

Oceanos e Mares


              mar bravo
Os oceanos são grandes porções de água salgada, que separam os continentes e que ocupam, aproximadamente, 71% da superfície da terra. A menção de Yuri Gagary de que “a terra é azul” se deve à imensa quantidade de água existente no planeta. A divisão mais utilizada para essa área de água é em cinco oceanos: Pacífico, Atlântico, Índico, Glacial Ártico e o Glacial Antártico.
Nem toda porção de água é chamada de oceano: existem mares, canais, golfos, etc. As diferenças entre cada um deles estão ligadas ao seu formato, local e, no caso do oceano, de sua salinidade. Grande parte dessa área está a mais de 3000 metros de profundidade; portanto, ainda não estão bem explorados. O oceano ainda é uma área que o homem não explorou totalmente.
Os oceanos são importantes para a manutenção da vida, pois afetam no clima. A água absorve o calor do sol e com as correntes quentes e frias do oceano, as temperaturas das regiões litorâneas mudam e também ocorrem chuvas e nevoeiros.

Qual a diferença entre Oceanos e Mares?

A diferença entre os mares e os oceanos está na sua extensão territorial. Os primeiros são menores, localizados em áreas costeiras e ligados de forma direta ou indireta com os oceanos. Dentre os tipos de mares existem os mares abertos, que possuem uma ligação maior com os oceanos; os mares continentais, que tem uma ligação limitada; e os mares fechados, que estão relacionados com os oceanos apenas de forma indireta, por meio de rios e canais. Já os oceanos são maiores.

Oceano Pacífico

oceano Pacífico tem esse nome por ser um oceano mais calmo para se navegar do que o Atlântico. Esse “batismo” foi realizado por Fernão Magalhães, navegador português, aproximadamente em 1520. O oceano Pacífico é o maior oceano da terra em extensão com cerca de 180 milhões de km² de massa aquática e representa um terço do planeta. De todos os oceanos é um dos mais profundos e, por isso, um dos menos explorados, tendo mais de 80% de suas águas abaixo de 3000 metros.
Se localiza entre o continente americano, a Austrália, a Ásia e a Antártida. Uma característica “peculiar” do oceano Pacífico é a grande quantidade de vulcões que existem devido à Placa Tectônica do Pacífico, que está ligada às placas tectônicas das Filipinas, Eurasiana, Indiana, Nazca e à placa Norte Americana.
Em virtude de todas essas placas juntas, e a sua fricção, muitos vulcões e terremotos acontecem no Oceano Pacífico. Outra grande incidência no Pacífico é a de mares: grandes mares estão ligados ao Pacífico como Mar do Japão, Mar dos Corais, Mar de Java, dentre outros.

Oceano

 Atlântico

oceano Atlântico é o segundo maior oceano do globo e está localizado entre os continentes americanos, africano e europeu, tendo um formato de letra “S”. Seu nome vem da divindade mitológica “Atlas”, um Titã que teria sido o primeiro rei da cidade, também mitológica de Atlântida. Mais tarde, Atlas foi condenado, por Zeus, a carregar os céus eternamente.
O oceano Atlântico ocupa em torno de 17% da superfície da terra e 26% da área ocupada por água no planeta. Sua extensão está em torno de 106.400.000 km². Em seu interior existe a cordilheira meso-oceânica, resultante do atrito entre as placas tectônicas sul-americanas e da placa Africana.
Apesar de não ser o maior oceano, é o que está ligado a mais países, inclusive o Brasil. Por estar ligado às grandes potências da expansão marítima, ocorrida na revolução comercial no século XV até XVIII, foi o oceano navegado para as primeiras rotas comerciais existentes, como a de Portugal às Índias e ao Brasil.
De todos os oceanos é o mais salgado, o segundo em extensão e o que banha mais países. As temperaturas mais altas desse oceano ficam perto do Equador e chegam à 30ºC, já as mais baixas giram em torno de -2ºC, no inverno, próximo ao oceano Antártico. Sua maior profundidade se localiza na Fossa de Porto Rico, alcançando 8.605 metros.

Oceano Índico

O terceiro maior oceano do mundo é o Índico. Está localizado entre o continente africano, asiático, antártico e também com Austrália e Indonésia. Tem uma área aproximada de 73.556.000 km², menos da metade da área do maior Oceano, o Pacífico. Sua maior profundidade é de cerca de 7.455 metros, localizada na fossa de Java. Sua temperatura mais alta está registrada na área do Golfo Pérsico e Mar Vermelho, chegando aos 32º C. Já as temperaturas baixas ficam na divisa com o oceano Antártico, de -1ºC.
Esse oceano tem elevada importância econômica: abastece o consumo de peixes e camarões da Ásia e para exportação, serve de rota para o petróleo vindo do Golfo Pérsico e da Indonésia, a grande quantidade de petróleo que abriga além de muitos minérios que são obtidos nesse oceano. Por ser um oceano bem mais calmo que o Atlântico e do que o Pacífico, é o preferido para se fazer rotas comerciais, já que são mais fáceis de serem navegados.

Oceano Antártico

Sendo composto pelas águas que banham o continente Antártico, o oceano Antártico só fica à frente do Oceano Ártico em extensão. São cerca de 20.327.000 km². É o único que consegue rodear todo o planeta, formando um círculo completo. É também o mais “novo”, já que foi reconhecido oficialmente em 2000, pela Organização Hidrográfica Internacional, que determinou seus limites que, inclusive, são os mesmos do tratado Ártico.
Tanto o oceano, quanto o continente Antártico são usados para fins pacíficos e de pesquisas por países como França, Nova Zelândia, África do Sul, Estados Unidos e Brasil. Abriga mais de 80% da água doce do mundo. Sua profundidade mais alta está em torno de 5.000 metros. Sua temperatura média varia entre 10 graus positivos e -2 graus. Devido suas condições climáticas, o oceano é atingido por tempestades e ventos fortes. Suas águas ainda não foram exploradas completamente, tampouco o continente.
Um detalhe curioso é que esse oceano tem a maior corrente do mundo: a Corrente Circumpolar Antártica, que se move sempre para leste.

Oceano Ártico

O menor é o Oceano Ártico. Está localizado no hemisfério norte entre os países: Canadá, Noruega, Suécia, Finlândia, Islândia e Rússia. Sua maior profundidade é de 4 km, sendo o mais raso entre os oceanos. Já sua área é de aproximadamente 14.056.000 de km².
Não é tão salgado devido a baixa evaporação que acontece nas áreas a sua volta e pela grande quantidade de água doce que circulam em seu meio. Sua temperatura não varia muito, estando sempre próxima à temperatura de 0ºC. Apesar de ser classificado como um oceano, é limitado para pesca e o transporte marítimo, devido as baixas temperaturas.
Oceanos Continentes

Degelo e Aquecimento Global

O degelo é um fenômeno causado aquecimento global, desencadeado pela intensificação do efeito-estufa, onde ocorre o derretimento do gelo no Ártico e em outras partes do mundo. O aquecimento global é um fenômeno que traz o aumento das temperaturas médias da Terra, além de mudanças climáticas.
Desde 1996 tem-se observado uma diminuição do gelo na Terra. Dentre as principais áreas afetadas pelo fenômeno estão o Ártico, a Groenlândia, a Antártida e diversas cordilheiras. Além disso, se esse derretimento continuar causará um desequilíbrio ambiental e prejudicará muitas espécies marinhas, tais como morsas, baleias, ursos polares, dentre outro animais; Populações que vivem em áreas costeiras também sofrerão com o degelo, visto que haverá um aumento considerável de água nos oceanos. De acordo com os cientistas e algumas pesquisas da Nasa, o processo de derretimento na Groenlândia se intensificou em 2004. Caso haja um aumento considerável da temperatura da Terra serão mais comuns ver a formação de lagos no interior desse território.
Fonte:http://planeta-terra.info/

Planeta Terra-Continentes


Continentes são grandes porções de terra que abrigam diferentes formas de vida, vegetação, clima, geografia, sendo rodeados por água. Existem duas formas para definir um continente. A primeira é dizer que ele é um conjunto de países. A segunda é considerar continente como toda porção de terra maior que a maior ilha do mundo: a Groenlândia.
No caso da Oceania, a primeira definição é mais aceita, já que esse continente é formado, também, por ilhas e arquipélagos. São cinco continentes políticos e quatro continentes físicos. A diferença entre os dois está no ato do político ter divisões políticas de países (como Brasil, França, Bélgica e outros). Já a divisão física se baseia na estrutura física em territórios de área. De acordo com a divisão física existem cinco continentes: América, Ásia, África, Europa e Oceania. A América se subdivide em três subcontinentes América do Sul, América Central e América do Norte.

História dos Continentes

Acredita-se que em um determinado período da história da Terra, houve a formação de uma camada sólida que deu origem a um supercontinente rodeado pelo mar Panthalassa, ele era chamado por Pangea. Houve um momento em que eles se dividiram e deram origem a dois continentes chamados de Laurásia e Godwana. A teoria da movimentação dos continentes foi chamada de Deriva Continental e formulada pelo cientista alemão Alfred Wegener, em 1915.

Continente Americano

O continente americano tem em torno de 42 milhões de km² e uma população de mais de 900 milhões de pessoas. Esse continente tem o diferencial de possuir duas grandes massas continentais, ligadas por um istmo (uma quantidade de terra cercada por água por dois lados e que liga duas áreas de terra). As duas massas continentais são a América do Sul e a América do Norte. Já esse istmo é a chamada América Central.
Está localizado entre o oceano Pacífico e o Atlântico e composta pelo Mar do Caribe e a Groelândia.
Os climas predominantes, principalmente no norte da América do Sul, na América Central e no México são os climas tropicais e temperados. A América do Norte tem áreas de clima árticos gelados (como no Alasca e na Groenlândia). Outras áreas, como a dos Estados Unidos e do Canadá, tem estações do ano bem definidas e inverno rigoroso. Com a variação de climas, a variedade de vegetação é inevitável. Enquanto na América do Norte, no Canadá e nos Estados Unidos, pinheiros e árvores mais resistentes às baixas temperaturas são característicos. Já no México, a vegetação é importante para aguentar altas temperaturas.
O relevo do continente começou a ser formado na Era Paleozoica (especialmente na América do Norte). A Era Mesozoica foi de grandes mudanças para o continente Sul americano, sendo a data de separação da massa de terra que viria a ser a América do Norte.

América do Norte

A América do Norte é composta por três países: Estados Unidos, México e Canadá. Dos três, o maior em extensão é o Canadá, com 9.984.670 Km².

América Central

A América Central tem os países de Antígua e Barbuda, Bahamas, Belize, Costa Rica, Cuba, Dominica, El Salvador, Granada, Guatemala, Haiti, Honduras, Jamaica, Nicarágua, Panamá, República Dominicana, Santa Lúcia, São Cristovão e Nevis, São Vicente e Granadinas e Trinidad e Tobago. Seu maior país, em extensão, é a Nicarágua.

América do Sul

Já a América do Sul é formada por 12 países: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela, sem contar com os territórios dependentes ou autônomos. Desses, a maior área é a do Brasil, com 8.515.767,049 km², de acordo com os dados do IBGE.
Na América do Sul, está localizada a maior floresta e ecossistema do mundo: a Floresta Amazônica, dominada por árvores grandes, com clima úmido e altas temperaturas.
Por estar presente no hemisfério Norte e Sul, tem um boa variedade de climas e de vegetação.

Continente Europeu

A Europa é o segundo menor continente do mundo, sendo maior apenas do que a Oceania. Sua extensão é de, aproximadamente, 10.180.000 km², menos de 7% da parte seca do planeta.
Países da Europa
Possui 50 países, sendo que, desses, o maior, em território, é a Rússia, com cerca de 17.075.400 km². Os países que compõem esse continente são: Albânia, Alemanha, Andorra, Armênia, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bielorússia, Bósnia e Herzegóvina, Bulgária, Cazaquistão, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Islândia, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Malta, Moldávia, Mônaco, Montenegro, Noruega, Países Baixos (Holanda), Polônia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Romênia, Rússia e San Marino.
Seu clima está ligado ao fato de estar na faixa temperada do planeta. Conta com a corrente do Golfo para deixar seu clima “menos frio”, já que a corrente aquece a Europa mesmo no seu inverno rigoroso. O continente europeu apresenta grande variedade de relevos. Alpes, na Suíça, planícies da Alemanha, penínsulas, etc. O terreno é realmente bem variado. De forma genérica, o sul europeu tende a ser mais montanhoso, e no norte, o terreno vai “diminuindo”. Assim como os solos, a vegetação europeia também é variada. Algumas das encontradas no continente são a de estepes, floresta temperada, tundra, florestas coníferas, dentre outros.

Continente Asiático

A Ásia é o maior continente, em território, do mundo, ocupando 30% da terra seca do planeta e 9% da superfície de toda a Terra. Possui uma área territorial com cerca de 44.579.000 km². São 49 países, apenas um país a menos do que a Europa, sendo que, alguns deles participam simultaneamente de Ásia e Europa. Isso explica o fato da Rússia ser o maior país, em extensão, desses dois continentes.
Países da Ásia
Os países que compõem o continente são: Afeganistão, Arábia Saudita, Armênia, Azerbaijão, Bahrein, Bangladesh, Brunei, Butão, Camboja, Cazaquistão, China, Chipre, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Egito, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, Geórgia, Iêmen, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Israel, Japão, Jordânia, Kuwait, Laos, Líbano, Malásia, Maldivas, Myanmar, Mongólia, Nepal, Omã, Paquistão, Qatar, Quirguistão, Rússia, Singapura, Síria, Sri Lanka, Tadjiquistão, Tailândia, Timor-Leste, Turquemenistão, Turquia, Uzbequistão e Vietname.
O relevo desse continente é marcado por ser de extremos: abriga o ponto mais alto da terra (Monte Everest) e a maior depressão absoluta da terra (Mar Morto). Os pontos altos ficam por conta das cordilheiras, do qual a maior é a do Himalaia.
O início da formação desse continente foi na Era Pré-Cambriana, tendo na Era Paleozoica novas alterações que resultaram em grandes bacias sedimentares. Nas eras seguintes, como a Mesozoica em que houve um aumento da sedimentação, e na Cenozoica também ocorreram modificações que resultaram no atual relevo asiático.
O clima varia segundo o extenso território asiático se estende: no extremo norte, o clima polar é predominante; no centro, sem a influência marítima, o clima temperado continental é o característico. Para o extremo sul, em virtude das cordilheiras impedirem a passagem da umidade do oceano, resta o clima árido e semiárido.

Continente Africano

A África possui aproximadamente 30 milhões de km², o que representa 20% da terra firme do planeta. É o terceiro maior continente em extensão e o segundo mais populoso. Tem 54 países, sendo que a Argélia é o maior, com 2.381.741 km².
Seu relevo, em sua maioria, é formado de planalto, com altitude média de 750 metros, sendo que o litoral apresenta planícies. No oriente, no entanto, há uma sequência de montanhas e depressões que resultam em grandes lagos.
Já o clima do continente é marcado, ao menos na região sul e norte, pelos climas árido, semiárido e desértico. Exemplo disso é o deserto do Saara, localizado no norte do continente. As chuvas se concentram na região “central” do continente, no qual passa a linha imaginária do Equador. Seu relevo é um dos mais antigos do mundo, formando ainda na era Pré-cambriano.
Países da África
Os países que compõem esse continente são: África do Sul, Angola, Botswana, Comores, Lesoto, Madagascar, Malawi, Maurícia, Moçambique, Namíbia, Suazilândia, Zimbabwe, Chade, República do Congo, República Centro-Africana, Congo, Benim, Burkina Faso, Cabo Verde, Camarões, Costa do Marfim, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Guiné-Equatorial, Libéria, Mali, Mauritânia, Níger, Nigéria, São Tomé e Príncipe, Senegal, Serra Leoa, Togo, Argélia, Egito, Líbia, Marrocos, Sudão, Tunísia, Burundi, Djibouti, Eritreia, Etiópia, Quênia Ruanda, Seychelles, Somália, Tanzânia e Uganda.

Oceania

Sendo o menor continente do planeta, com mais de 9 milhões de quilômetros quadrados, a Oceania é composta por 16 países e áreas de domínio de outros países, entre ilhas e arquipélagos. Basicamente é formado pela Austrália e por Ilhas do Pacífico.
Países Independentes da Oceania
Os países independentes que formam o continente são: Austrália, Fiji, Ilhas Marshall, Ilhas Salomão, Kiribati, Micronésia, Nauru, Nova Zelândia, Palau, Papua Nova Guiné, Samo Ocidental, Reino de Tonga, Tuvalu e Vanuatu.
Desses o de maior área é a Austrália. Seu clima está baseado nas zonas climáticas intertropicais e temperadas. Por não estarem ligadas fisicamente, cada região desse continente apresenta suas próprias características de formação geológica e de vegetação.
Confira o mapa da divisão dos continentes do IBGE:
Divisão Continentes IBGE

Oceanos que Banham Continentes

  • Ásia - Glacial Ártico, Pacífico e Índico;
  • América - Pacifico, Glacial Ártico e Atlântico;
  • África - Atlântico e Índico;
  • Antártida - Pacífico, Atlântico e Índico;
  • Europa - Atlântico;
  • Oceania - Pacífico e Índico.
  • Fonte:http://planeta-terra.info/

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Por que o papa usa sapato vermelho?



papa-sapato

A tradição dos sapatos vermelhos data de 1566 – 1572, durante o mandato do Papa São Pio V, um dominicano branco. Ele decidiu mudar a vestimenta papal de vermelho para branco, continuando assim, a usar a cor branca de seus líderes religiosos dominicanos. Desse modo, a capa, chapéu e sapatos do Papa são os únicos vestígios de vermelho que restaram dessa época.
A partir de 1958 o Papa João XXIII acrescentou fivelas de ouro aos sapatos papais, o que os tornou semelhantes aos sapatos vermelhos usados por cardeais fora de Roma. Mais tarde, em 1969, o Papa Paulo VI aboliu as fivelas de todos os sapatos eclesiásticos e o costume de beijar os pés do Papa, assim como o uso de veludo no interior dos chinelos papais. Os papas seguintes continuaram a usar sapatos de couro vermelho, exceto João Paulo II. Durantes seus primeiros anos de pontificado ele usou sapatos vermelhos, mas logo passou a usar sapatos marrons simples. O Papa Bento XVI, eleito em 2005, restaurou o uso dos sapatos vermelhos, optando por calçados feitos por seu sapateiro pessoal, Adriano Stefanelli, de Novara.
De acordo com a história católica, os sapatos vermelhos são relacionados aos pés ensanguentados de Cristo durante seu trajeto para crucificação. Também simbolizam a submissão do Papa à autoridade suprema de Jesus Cristo, além de significar o amor de Jesus pela humanidade.https://explicatudo.com

Como escrever um texto memorial?


                      memorial
Um texto memorial é escrito em ocasiões de morte, e é geralmente feito por alguém próximo do falecido. Deve conter informações sobre a biografia da pessoa, como detalhes sobre família, amigos, carreira, interesses, hobbies e conquistas; memórias pessoais favoritas; poemas, músicas, orações ou frases preferidas. É preciso ser cuidadoso ao escrever um memorial devido a carga de emoções do momento, sendo uma forma significativa de confortar pessoas afetadas pela perda e celebrar a vida do falecido.
A melhor forma de se escrever um memorial é escrevê-lo com o coração, o texto não precisa ser perfeito, mas deve ser de significado para a audiência, pois permite que ela lembre-se do falecido, o que ele foi, o que fazia e o que apreciava na vida.
Sendo assim, o primeiro passo na escrita de um memorial é recolher todas as memórias pessoais do falecido. Lembrar-se de suas qualidades mais características, fatos comoventes ou engraçados que destacam atividades especiais, eventos, feriados, músicas. Fale também com terceiros mais próximos do falecido a fim de coletar mais dados do tipo, de modo a tornar o memorial mais rico.
Com tais informações coletadas, escolha como quer apresentá-las, cronologicamente, ou por temas que definiram a vida da pessoa, como otimismo ou ética. Organize em seções, como lembranças de infância, hobbies, interesse, trabalho, educação, realizações especiais, lugares visitados, fé e filosofia. Algumas pessoas preferem escrever um texto sério, enquanto outros preferem um tom mais leve. Geralmente a melhor forma é a mistura dos dois tipos, solenidade e humor, pois permite ao público o lamento pela morte, mas também a celebração de uma vida bem vivida, de momentos felizes e engraçados.
Tendo tais memórias escritas, analise e revise o conteúdo, peça a opinião de familiares e amigos, ou leia tal texto em intervalos de tempos diferentes, como por exemplo, antes de dormir e no dia seguinte, ao acordar.Fonte:www.explicatudo.com

Por que algumas pessoas são mais inteligentes do que outras?



              cerebro

Medir inteligência é algo extremamente complicado, acredita-se que vários fatores influenciam em tal capacidade: genética, experiências de aprendizado, cultura ambiente, grupo étnico e até mesmo altura. Por isso os estudos sobre inteligência abrem espaço para várias discussões intensas, pois tais fatores de influência podem variar de acordo com a pesquisa. Várias discussões éticas são abertas quando se consideram fatores como herança genética, grupo étnico, classes socioeconômicas e grupos raciais. Muitas pessoas não gostam da ideia de que alguns já nascem com habilidades cognitivas mais avançadas que os demais, por acharem injusto.
Zhao Bowe é um dos muitos pesquisadores que buscam a resposta para habilidades de inteligência individual diferenciadas. Ele é um chinês prodígio liderando um projeto com orçamento de milhares de dólares no instituto de tecnologia BGI Shenzhen, que possui o mais poderoso cluster de máquinas de sequenciamento genético. Com a ajuda de colaboradores e um grupo de pesquisadores transnacional, o projeto visa identificar uma base genética para o QI. Eles esperam que dentro de uma década suas pesquisas sejam utilizadas para testar embriões durante fertilização in vitro, aumentando o QI de bebês antes mesmo de seu nascimento em até 20 pontos.
Em um nível individual, evidências apontam que há um forte componente genético no QI. Baseado em estudos com gêmeos, irmãos e filhos adotivos, estimativas atuais estimam que o fator de herança genética afeta de 50 a 80% do QI.
Outra linha de pesquisa examina como certos aspectos da estrutura do nosso cérebro e suas funções ajudam a determinar quão facilmente aprendemos as coisas, e como a capacidade de aprendizado contribui para diferenças individuais na inteligência.
Plasticidade cognitiva é a capacidade de aprender e melhorar habilidades como solução de problemas e recordação de eventos. Eduardo Mercado III, um pesquisador da Universidade de Buffalo em Nova York, argumenta que a base estrutural da plasticidade cognitiva é o módulo cortical. Módulos corticais são colunas verticais de células neuronais interconectadas. Por volta de diferentes áreas do córtex cerebral, essas colunas variam em número e diversidade de neurônios que elas contêm. Identificar como módulos corticais nos ajudam a aprender habilidades cognitivas podem ajudar a explicar por que variações nessa capacidade ocorrem, isto é, por que as pessoas aprendem habilidades em diferentes velocidades e por que nossa habilidade de aprender muda com a idade.
Estudos examinando um número de diferentes espécies têm mostrado que em média, um córtex maior leva a uma maior capacidade intelectual. A fonte dessa correlação ainda é incerta, mas Mercado acredita que um córtex mais expansivo oferece mais espaço para distribuição maior e mais diversa de módulos corticais. Em outras palavras, quando se trata de potencial intelectual, não é o tamanho absoluto ou mesmo o relativo que importa, mas quantos módulos corticais existem. Estas funcionalidades de organização cortical e funcionais determinam quão efetivamente nosso cérebro distingue eventos. Essa desenvoltura em diferenciar eventos pode ser o que nos permite aprender habilidades cognitivas.
Uma implicação dessa proposta é que a experiência pode ser tão importante quanto a genética na determinação da capacidade intelectual. Especificamente, mudanças estruturais de módulos corticais gerado pelo desenvolvimento e experiências de aprendizado também podem contribuir para diferenças na inteligência individual. À medida que essas redes de neurônios se desenvolvem ao longo do tempo, sua diversidade aumenta, levando ao futuro aumento da plasticidade cognitiva.
Entender como módulos corticais funcionam pode levar a novas formas de aumentar a inteligência. No entanto, novas tecnologias para aumento da plasticidade cognitiva tem implicações éticas que vão muito além daquelas aplicadas ao teste de doping no setor de esportes.Explica Tudo

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Senado da Argentina acaba com exame Vestibular



Universidade de Córdoba, o mais antigo da Argentina


Chile aprova ensino universitário gratuito a partir de 2016




A gratuidade deve beneficiar cerca de 178 mil estudantes universitários

O Congresso chileno aprovou nesta quarta-feira (23) a lei que garante ensino universitário gratuito a partir de 2016. A reforma da educação foi uma das principais bases do governo da presidente Michelle Bachelet.
A lei, aprovada no Senado e na Câmara dos Deputados, prevê o ensino gratuito nas universidades públicas e em universidades particulares que tornarem-se entidades sem fins lucrativos.
Professores fizeram manifestações contra a reforma de Bachelet (Foto: AFP)
A gratuidade deve beneficiar cerca de 178 mil estudantes universitários só em 2016. Segundo Bachelet, a lei deve atingir todos os alunos do ensino superior até 2020.
"Este é um grande passo, mas não é tudo. Esperamos seguir avançando nos anos seguintes para que mais estudantes possam ter este direito", disse Adriana Delpiano, ministra da Educação.
O governo prevê entregar 140 mil bolsas de estudos, com valores entre 1.000 e 1.200 dólares, para institutos profissionais e centros de formação técnica. Segundo a agência France Presse, estas instituições deverão ingressar no sistema de gratuidade de forma gradual no prazo de três anos.
Parte dos estudantes chilenos é contra a reforma educativa, que é considerada 'insuficiente' para atender as demandas sobre qualidade e gratuidade.

Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Veja se você está educando seus filhos direitinho



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