segunda-feira, 17 de abril de 2017

Campanha “Vamos Mudar a Regra do Jogo? Homens pelo fim da Violência Contra as Mulheres”


Campanha “Vamos Mudar a Regra do Jogo?  Homens pelo fim da Violência Contra as Mulheres”

A desigualdade de gênero tem se tornado nos últimos anos um dos problemas públicos de maior visibilidade social e política e  reconhecida atualmente como  uma das violações mais constantes de direitos humanos, ainda que estejamos dando passos largos para uma realidade mais igualitária entre homens e mulheres, ainda há muito a se construir. Acreditamos que só é possível avançarmos na luta pela conquista da igualdade e equidade de direitos, se também apostarmos no engajamento de homens e meninos para construir novas relações de gênero, sem atitude e comportamentos machistas.  
Por que entendemos que é importante o envolvimento dos homens nesta luta? Conforme mapa da Violência 2015, todos os dias morrem 13 mulheres vitima de violência de gênero Brasil. Das vítimas, 50,3% foram assassinadas por familiares e 33,2% dos crimes foram cometidos por parceiros ou ex-parceiros. Os números de homicídios de mulheres brancas apresentou uma queda de 9,8%. Já os homicídios de meninas e mulheres negras aumentaram em 54,2% no mesmo período (2003-2013). Entre as vítimas de crimes violentos, a maioria é de mulheres jovens, entre 18 e 30 anos, em maior número de negras e pobres.
                O Estado da Bahia continua como índices bastante elevados apresentando registro de quase 10 mil casos de violência contra a mulher somente no primeiro trimestre de 2016, segundo dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP-BA). Estas atrocidades acometem também, as mulheres dos territórios do Sisal, Bacia do Jacuípe, Portal do Sertão, sendo que muitos casos não são inseridos nas estatísticas oficiais da violência.
Neste contexto o Movimento de Organização Comunitária - MOC com o apoio da Actionaid, lança a Companha 2016 – “Vamos Mudar a Regra do Jogo? Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres” que tem o objetivo de envolver homens e mulheres para refletir criticamente sobre os padrões culturais geradores de desigualdades de gênero e a violência contra as mulheres, na perspectiva de mudanças de atitudes e comportamentos machistas, para garantia dos Direitos Humanos das Mulheres e uma cultura de paz.
Você pode mudar essa realidade. Diga não a violência contra as mulheres!
 
“Violência de gênero ou violência contra a mulher é qualquer ato ou conduta baseada no gênero, que cause morte, dano, sofrimento físico, sexual ou psicológica á mulher, tanto na esfera pública como na esfera privada”(Atr. 1º da Convenção Interamericana para prevenir, punir, erradica a violência contra a mulher, 06/06/1994)
Tipos de Violência Contra as Mulheres:
Física, qualquer ação ou conduta que cause danos, sofrimento físico ou que prejudiquem a saúde corporal. Exemplos: tapas, socos, pontapés, cortes, queimaduras, puxadas de cabelo, deixar sem assistência médica.Psicológica, qualquer ação que lhe cause prejuízo psicológico e diminuição da autoestima, como humilhação, chantagens, ameaças, ofensas, isolamento e ridicularização.Sexual, qualquer conduta que cause danos ou sofrimento sexual. Exemplo: assédio, estupro, beijo a força, obrigar a presenciar ou praticar violência sexual não desejada, obrigar a comercializar seu corpo e impedir o uso de qualquer método contraceptivo.Patrimonial, Ação ou conduta que cause danos, retenção ou destruição de bens, valores ou recursos econômicos, de objetos, instrumentos de trabalho e documentos pessoais. Exemplo: tomar dinheiro e imóveis; rasgar ou esconder documentos pessoais, material de trabalho, roupas e sapatos e não pagar pensão alimentícia.Moral, Espalhar publicamente boatos falsos, caluniar, difamar ou cometer injúria contra a mulher;Institucional, é aquela praticada nas instituições prestadoras de serviços públicos como hospitais, postos de saúde, delegacias, escolas, judiciário. É perpetrada por agentes públicos que deveriam proteger as mulheres em situação de violência.  

 “Se o homem é parte do problema, ele pode ser também parte da solução”

Abertas inscrições para a Semana de Ação Mundial


Abertas inscrições para a Semana de Ação Mundial

Vem aí a Semana de Ação Mundial #SAM2017!
De 04 a 11 de junho em todo o Brasil 

Pelo Plano Nacional de Educação - #PNE
Rumo aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - #ODS
NAO VAMOS INVENTAR A RODA!

Vamos realizar um balanço da implementação da Lei nº 13.005/2014, do PNE, contextualizado com o monitoramento dos ODS no Brasil, com ênfase em educação, igualdade de gênero e fortalecimento das instâncias democráticas de participação.

Sob o mote, “Não vamos inventar a roda!”, a SAM garantirá um olhar nacional qualificado e crítico para esse debate, reforçando a necessidade da implementação plena dos marcos legais já existentes para o cumprimento do direito à educação e da necessidade de um chamamento nacional por nenhum retrocesso.

INSCRIÇÕES: As inscrições para o recebimento de materiais por correio estão abertas até o dia 25 de abril. Divulgue e garanta a sua inscrição, pois o envio de materiais é limitado aos primeiros 1 mil destinatários que se inscreverem por meio do site: semanadeacaomundial.org.

De 2003 a 2016, a Semana já mobilizou mais de 70 milhões de pessoas em todo o mundo, sob iniciativa da Campanha Global pela Educação. Apenas no Brasil, já são 1,2 milhão de pessoas. 

quinta-feira, 6 de abril de 2017

SUGESTÕES DE FILMES


Gênio Indomável
Sinopse: Um garoto dotado de grande inteligência mas que vive se metendo em encrenca. Sem família e com pouca educação formal, ele devora livros mas guarda tudo que aprende para si e procura empregos que dispensam qualificação. Um professor do MIT descobre que Will é um gênio e quer o garoto em sua equipe de matemática, mas, como Will tem problemas com a polícia, é preciso fazer um acordo com a justiça. São impostas duas condições: ele tem que trabalhar com o professor e fazer terapia. Sean McGuire (Robin Willians) é o terapeuta chamado para domar o dificíl temperamento do rapaz. Ambos são igualmente teimosos, mas surge uma amizade que convence Will a encarar seu passado e seu futuro.

Uma mente brilhante
Sinopse: Baseado no livro A Beautiful Mind: A Biography of John Forbes Nash Jr., de Sylvia Nasar. O filme conta a história real de John Nash que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou sua genialidade. Brilhante, Nash chegou a ganhar o Prêmio Nobel. Diagnosticado como esquizofrênico pelos médicos, Nash enfrentou batalhas em sua vida pessoal, lutando até onde pôde. Como contraponto ao seu desequilíbrio está Alicia (Jennifer Connelly), uma de suas ex-alunas com quem se casou e teve um filho.


Legalmente Loira
Sinopse: A loira Elle Woods levou um fora do namorado, Warner Huntington III, um garoto de família aristocrata que está indo estudar direito em Harvard. O motivo: ela é “loira” demais. Elle decide provar que não tem apenas beleza e se inscreve na mesma universidade, mesmo que isso signifique perder todo o conforto de sua vida fútil. Agora ela tem que lutar e se virar, ao mesmo tempo em que tenta reconquistar seu amado. E está decidida a provar, em nome de todas as loiras, que também é capaz de ser uma boa advogada.

Nenhum a menos
Sinopse: As dificuldades encontradas por uma menina de 13 anos quando tem de substituir seu professor, que viaja para ajudar a mãe doente. Antes de partir, ele recomenda à garota que não deixe nenhum aluno abandonar a escola durante sua ausência. Quando um garoto desaparece da escola, a jovem professora descobre que ele deixou o vilarejo em direção à cidade em busca de emprego, para ajudar no sustento da família. Seguindo os conselhos de seu professor, ela vai atrás do aluno.

PUBLICAÇÕES SOBRE EDUCAÇÃO NO SEMIÁRIDO


 


ARTIGOS:

EDUCAÇÃO CONTEXTUALIZADA  

1. Educação contextualizada no Semi-árido: construindo caminhos para formação de sujeitos críticos e autônomos - Elmo de Souza Lima 
  
2. Educação Ambiental para a convivência solidária com o Semiárido - João Batista de Albuquerque Figueiredo e Maria Eleni Henrique da Silva
  
3. No meio do Sertão: experiência da Escola Bom Jesus dos Passos com a metodologia da educação contextualizada com o Semi-árido 
Christiane Rocha Falcão e Marluce Rocha Falcão

4. A educação do campo como estratégia de convivência com o Semiárido - Maria Sueleuda Pereira da Silva e Elmo de Souza Lima 

5. Educação do campo e desenvolvimento sustentável - Elmo de Souza Lima e Maria Sueleuda Pereira da Silva 

6. Educação e diversidades nas escolas do campo: a construção de práticas educativas interculturais - Elmo de Souza Lima 

7. Prática educativa no contexto da educação do campo: as possibilidades de transformação social - Maria Sueleuda Pereira da Silva e Elmo de Souza Lima 

8. Educação integral, educação contextualizada educação em direitos humanos: reflexões sobre seus pontos de intersecção e seus desafios - Celma Tavares 

9.Cultura popular no semi-árido pernambucano - Rúbia Lóssio, César Pereira, Ana Paula 

10. De como lembrar o Semiárido e esquecer o Sertãos - Maria Lucinete Fortunato, Mariana Moreira Neto 

11. Anotações em torno do conceito de educação para a convivência com o Semi-árido - Josemar da Silva Martins (Pinzoh) 

12. As contribuições de Paulo Freire para uma Educação Ambiental Dialógica - João Batista A. Figueiredo

13. Educação contextualizada no semiárido brasileiro: questões pouco evidenciadasa - Ivânia Paula Freitas de Souza

14. Educação contextualizada de jovens e adultos do campo no semi-árido cearense - Beatriz Helena O. de Mello Mattos, Eliane Dayse P. Furtado, Francisco Amairton R. Holanda, Maria Sandra A. Bandeira e Neyla Moreira

15.Educação do campo contextualizada no semiárido: o “Movimento de Organização Comunitária – MOC” - Vera Maria Oliveira Carneiro   

16. A educação escolar no Semiárido Brasileiro: crítica ao princípio da convivência e do desenvolvimento sustentável na formação humana Cláudio Eduardo Félix; Cassiana Mendes; Mirla Barreto  

17. Educação para a Convivênciacom o Semiárido: contribuições para o ensino de história - Ana Elizabete Moreira de Farias (UFPB) - Josefa Nunes Pinheiro (UVA) 

18. Condições educacionais no Semiárido Brasileiro 


19. Aridez mental, problema maior: Contextualizar a educação para construir o dia depois dodesenvolvimento’ no Semi-Árido Brasileiro - José de Souza Silva (EMBRAPA Algodão) 

20. Os saberes tecidos no contexto: a vertente educativa da convivência com o semiárido fundamentando novas práticas e metodologias pautadas na contextualização - Luzineide Dourado Carvalho (UNEB)

21. Educação para a convivência com o semiárido: desafios e possibilidades - Edmerson dos Santos Reis 

Educadores concluem Curso de Formação de Formadores em Educação Contextualizada no Piauí


Um grupo formado por 27 professores da rede pública e educadores vinculados às organizações sociais concluiu, nos dias 21 e 22 de outubro de 2016, o Curso de Formação de Formadores em Educação Contextualizada no Semiárido, promovido pela Rede de Educação do Semiárido (RESAB) e a Universidade Federal do Piauí.
O Curso de Formação foi realizado no período de agosto/2015 a outubro/2016 e teve como objetivo aprofundar os estudos sobre as bases teórico-metodológicas, filosóficas e político-pedagógicas que norteiam as concepções e práticas de educação do campo e educação contextualizada no semiárido.
A proposta de formação foi organizada em quatro módulos temáticos voltados à discussão, por um lado, dos aspectos sócio-históricos, políticos, econômicos e culturais do semiárido e, por outro, dos aspectos teórico-metodológicos e políticos pedagógicos que norteiam os projetos de educação para a convivência. Os módulos serão desenvolvidos a partir das seguintes temáticas:
Módulo I: Semiárido Brasileiro: aspectos sócio-históricos, geoambientais, políticos e culturais;
Módulo II: Educação Contextualizada no Semiárido: bases teóricas e concepções político-pedagógicas.
Módulo III: Práticas educativas no contexto do Semiárido: referenciais teórico-metodológicos
Módulo IV: Currículo, cultura e conhecimento: estratégias de integração e contextualização dos projetos educativos.
A metodologia de trabalho baseou-se na pedagogia freireana e na educação popular, tendo como eixo central a problematização das condições socioeconômicas, políticas e culturais do semiárido, bem como, dos pressupostos teórico-metodológicos que dão sustentação às práticas educativas desenvolvidas nas escolas do semiárido.

Pesquisadores lançam livro sobre educação do campo no Encontro de Pesquisa Educacional do Nordeste


Pesquisadores do Centro de Ciências da Educação da Universidade Federal do Piauí (UFPI) lançaram o livro “Educação do campo: reflexões políticas e teórico-metodológicas”, durante o XXII Encontro de Pesquisa Educacional do Nordeste, realizado no período de 20 a 23 de setembro de 2016 em Teresina - PI.

A coletânea organizada pelo prof. Dr. Elmo de Souza Lima (UFPI) e a Profa. Ms. Keylla Rejane Almeida Melo (UFPI) reúne 10 artigos de pesquisadores da UFPI e de outras universidades do Nordeste que têm a Educação do Campo como objeto de estudo e como bandeira de luta.

Para Elmo Lima, o propósito deste trabalho é fomentar a discussão entre educadores, pesquisadores e demais sujeitos sociais acerca das políticas e práticas educativas desenvolvidas nas escolas do campo, confrontando-as com as proposições teórico-práticas construídas em diálogo com os movimentos sociais, visando à implementação de projetos educativos que, partindo dos anseios dos camponeses, se coloco enquanto um projeto coletivo de emancipação política e cultural.

Os textos reunidos pretendem subsidiar reflexões docentes que se encaminhem para mudanças de concepções sobre conhecimento e educação escolar, resultando, assim, na transformação das práticas educativas que se desenvolvem no contexto das escolas do campo.

Os trabalhos que compõem a obra buscam estabelecer um diálogo entre as bases teóricas e político-pedagógicas da educação do campo e as experiências desenvolvidas pelos/as educadores/as e movimentos sociais, de modo a assegurar à materialização dos princípios que dão sustentação a proposta de educação do campo.

Encontro Nacional discute estratégias de fortalecimento da educação contextualizada no semiárido

 À luz da teoria de Paulo Freire, dezenas de educadoras e educadores populares de todo o Semiárido participaram, nos dias 13, 14 e 15 de setembro de 2016, em Teresina – PI, do Encontro Nacional de Educação Contextualizada para a Convivência com o Semiárido, realizado pela Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), com a participação de90 pessoas vindas dos 11 estados que compõem a região semiárida.
E “esperançar” foi o verbo que deu o tom inicial do Encontro Nacional de Educação Contextualizada para a Convivência com o Semiárido, realizado pela Articulação Semiárido Brasileiro (ASA). “Precisamos esperançar no sentido que Paulo Freire dizia: esperançar é juntar-se com outros e outras para fazer de outro modo. E estamos aqui hoje tentando manter o verbo esperançar para continuar a luta e é este o objetivo da ASA de construir uma educação como processo de vida e com uma perspectiva de inserir na sociedade pessoas novas para que possamos combater as tantas desesperanças”, enfatizou o Coordenador executivo da ASA pelo estado do Piauí, Carlos Humberto.

sexta-feira, 24 de março de 2017

MOC lança a Campanha “SerTão Solidário”




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O MOC acaba de lançar a Campanha SerTão Solidário que visa a arrecadação de alimentos não perecíveis para pessoas que estão com dificuldades diante da seca que já se prolonga por vários anos no Semiárido baiano. Diferente de outros períodos de estiagem, a seca não afeta apenas a zona rural, mas as sedes municipais que passaram a sofrer também com a falta de água.

Para atender o maior número possível de pessoas, além de Feira de Santana, cidade sede do MOC, a campanha dispõe de vários postos de coletas distribuídos nas sedes dos Sindicatos de Trabalhadores/as Rurais dos municípios de Quijingue, Nova Fátima, Ichu, Riachão do Jacuípe, Retirolândia e Santaluz, além de espaço para coleta nas APAEBs de Serrinha e Araci.

Baixe as peças de divulgação da Campanha no site do MOC: http://www.moc.org.br/campanha/18/campanha-sertao-solidario

Estamos coletando viveres para socorrer àqueles e aquelas que estão passando necessidade e até mesmo fome em decorrência da estiagem(seca).

Por que isso é necessário?

Doar estes alimentos é momentaneamente necessário como um ato de solidariedade e como ação de emergência. Mas isso se torna necessário, agora, não apenas pela necessidade premente que as pessoas passam. Mas também por outras razoes mais profundas, que temos de meditar.

Estas pessoas passam necessidade porque a elas foram negadas políticas que poderiam ter garantido que elas trabalhassem e, mesmo na seca, pudessem ter o pão para comer.

O que lhes foi negado?

Foi negado a terra. A maioria destas famílias não possui terra suficiente para produzir pois a Reforma Agraria tem suas verbas cortadas; a maioria destas famílias não tem acesso a uma assistência técnica que lhe garanta conviver com o semiárido; a maioria destas famílias possivelmente não tem acesso à cisterna de captação de água para consumo e muito menos cisterna de agua para produção, para dar água aos seus animais e produzir. Foi negado a elas também o Bolsa Estiagem, o Seguro Safra e outras ações que o Governo Federal vem cortando e que são programas que garantem ao mais pobre a força para resistir nestas ocasiões.

Se estas políticas estivessem funcionando, com certeza não teríamos necessidade de coletar alimentos e fazer doações. Deste modo, ao fazermos estas doações, temos de desenvolver, simultaneamente, a atitude de lutar para que estas politicas funcionem.

Sem elas, eternamente teremos coletas de alimentos, eternamente teremos pessoas humilhadas porque têm de receber de doação aquilo que querem e podem produzir.

Temos de lutar por um semiárido vivo, pelos direitos das pessoas, por politicas adequadas ao semiárido.

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PECONTE realiza seminário sobre Políticas Publicas de Educação do Campo


PECONTE realiza seminário sobre Políticas Publicas de Educação do Campo

O Movimento de Organização Comunitária (MOC), através do Programa de Educação do Campo Contextualizada (PECONTE), realiza dentre os dias 22 a 24 de março, o Seminário com gestoras/es coordenadoras/es sobre políticas públicas de Educação do Campo ao tempo que faz o lançamento do livro “Sementes de Educação contextualizada”.
Objetivo do seminário é sensibilizar e capacitar gestores e coordenadores municipais de Educação do Campo para a busca de direitos a educação do Campo contextualizada.

V
era Carneiro, coordenadora do PECONTE, fala sobre o seminário e ressalta que “é de uma fundamental importância fundamental importância seminário de Educação do Campo onde estamos retomando com os novos gestores e destacar a garantia de uma educação do campo contextualizada de qualidade e desenvolvida enquanto direito dos sujeitos do campo, enquanto direito conquistado. Esses dias também serão imprescindíveis para reativar os processos de educação do campo uma vez que contamos com presenças de prefeitos, secretários/as municipais de educação, coordenadores/as pedagógico e professores para pensarmos e discutirmos juntos/as os riscos, ameaças e resignificar o CAT e a Educação do Campo nos municípios do Semiárido”, completa.
No seminário aconteceu uma mesa redonda com o tema: “A situação atual da Educação do Campo Contextualizada com o Semiárido” com a participação da Professora Doutora Maria do Socorro Silva e do presidente da ASA Brasil Naidson Baptista.

Os convidados falaram sobre o semiárido as formas de convivência e os elementos que compõe a sua construção atrelados a ideia de participação, coletividade e organização das pessoas, entidades e dos poderes públicos numa junção para o desenvolvimento.

Dentro da programação do primeiro dia, aconteceu também o lançamento do livro “Sementes de Educação Contextualizada” escrito pela Professora Doutora Maria do Socorro Silva que faz uma reflexão diante da pesquisa realizada ressaltando a política atual da Educação do Campo e como fortalecer o CAT nos municípios.

O livro é uma sistematização de eficiências e eficácia da proposta de Educação Contextualizada desenvolvida pelo MOC, em parceria com a Universidade Estadual de Feia de Santana (UEFS) e movimentos sociais do campo.

No Seminário acontecerá dentre os outros dias o Encontro com coordenações municipais de Educação do Campo debatendo, sensibilizando e capacitando as novas coordenações do Projeto CAT/Baú de Leitura para o trabalho segundo os princípios e metodologias da Educação do Campo, favorecendo/ possibilitando a compreensão dos processos de construção da Ficha Pedagógica.
No evento houve participação do Presidente do MOC José Jeronimo de Morais, Cassia Margarete, da coordenação da Educação do Campo do governo do Estado da Bahia.

Cerca de 120 pessoas estiveram presentes no Seminário que acontece até dia 24, no município de Feira de Santana.




Kívia Carneiro
ComunicólogaPrograma de Comunicação do MOC

MOC - Movimento de Organização Comunitária por uma educação contextualizada


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Breve na TV Subaé, em data a ser definida, matéria sobre a Campanha SERTÃO SOLIDÁRIO lançada pelo MOC. 
Na foto entrevista com uma das agricultoras da Fazenda Rumo que fizeram a doação de uma caixa de alimentos..

No próximo domingo, às 06:00 horas da manhã, ouçam Naidison Baptista no Programa Rural da Rádio Sociedade de Feira de Santana, falando sobre a Campanha e a negação de políticas de Convivência com o Semiárido.
Visite a página no Facebook: MOC - Movimento de Organização Comunitária
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Escolas do campo recebem kits de jogos pedagógicos contextualizados

Aproveitando o Seminário de lançamento do livro "Sementes de Educação Contextualizada" e o primeiro encontro em 2017 com os coordenadores pedagógicos do campo, o MOC entregou kits de jogos pedagógicos "Ludo" aos municípios que foram inseridos no Projeto Cisternas nas Escolas.
No total 128 escolas do campo receberam os jogos que são contextualizados com o Semiárido e foram elaborados pela Articulação Semiárido Brasileiro (ASA)

 AQUI Veja mais fotos

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O Movimento de Organização Comunitária (MOC), através do Programa de Educação do Campo Contextualizada (PECONTE), realiza dentre os dias 22 a 24 de março, o Seminário com gestoras/es coordenadoras/es sobre políticas públicas de Educação do Campo ao tempo que faz o lançamento do livro “Sementes de Educação contextualizada”.
Objetivo do seminário é sensibilizar e capacitar gestores e coordenadores municipais de Educação do Campo para a busca de direitos a educação do Campo contextualizada.


MOC - Movimento de Organização Comunitária http://www.moc.org.br

sexta-feira, 17 de março de 2017

Plano de Ações Articuladas (PAR)


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O Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), apresentado pelo Ministério da Educação em abril de 2007, colocou à disposição dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, instrumentos eficazes de avaliação e implementação de políticas de melhoria da qualidade da educação, sobretudo da educação básica pública.
O Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, um programa estratégico do PDE, instituído pelo Decreto nº 6.094, de 24 de abril de 2007, inaugurou um novo regime de colaboração, conciliando a atuação dos entes federados sem lhes ferir a autonomia, envolvendo primordialmente a decisão política, a ação técnica e atendimento da demanda educacional, visando à melhoria dos indicadores educacionais. Sendo um compromisso fundado em 28 diretrizes e consubstanciado em um plano de metas concretas e efetivas, compartilha competências políticas, técnicas e financeiras para a execução de programas de manutenção e desenvolvimento da educação básica.
A partir da adesão ao Plano de Metas, os estados, os municípios e o Distrito Federal passaram à elaboração de seus respectivos Planos de Ações Articuladas (PAR). A partir de 2011, os entes federados poderão fazer um novo diagnóstico da situação educacional local e elaborar o planejamento para uma nova etapa (2011 a 2014), com base no Ideb dos últimos anos (2005, 2007 e 2009).
Informações sobre utilização do Simec – Módulos “PAR Plano de Metas” e “PAR 2010” (acesso ao sistema, senha, inserção de dados, monitoramento do PAR):
E-mail: planodemetas@mec.gov.br
No MEC - telefones: (61) 2022-8335 / 8336 / 8337 / 8338.
No FNDE - telefones: (61) 2022-5802 / 5813 / 5831 / 5902 / 5924 / 5928 / 5930 / 5961 / 5973

sexta-feira, 3 de março de 2017

Programa Primeiro Emprego









O QUE É O PROGRAMA 1º EMPREGO?

 É uma ação social de combate ao desemprego dos jovens, promovido pelo
 Governo do Estado para  inserir egressos e estudantes da Educação
 Profissional no mercado de trabalho, além de estimular  uma maior dedicação
 na sala de aula, justamente por contemplar aqueles com melhores  resultados.


 QUANTAS VAGAS SERÃO OFERECIDAS?

 A meta do Governo do Estado é oferecer 4.500 vagas em 2016/17 e
 outras 4.500 em 2017/18,  totalizando 9.000 vagas. Os empregos serão
 oferecidos na área de estudo de cada jovem. Outras  vagas serão ofertadas
 pela iniciativa privada.

 QUEM SÃO OS BENEFICIÁDOS?

 Estudantes da Educação Profissional Estadual que já fizeram 40%
do curso ou que o concluíram há  no máximo um ano e adolescentes
qualificados por programas governamentais executados pelo  Estado da Bahia.

Os estudantes devem manter os dados atualizados no SGE (Sistema
de Gestão  Escolar), principalmente telefone, e-mail e endereço,
para que sejam encontrados.

 COMO ATUALIZAR OS DADOS CADASTRAIS?

 Para que os estudantes e egresso sejam contatados em caso de seleção
é importante que todos  estejam com seus dados cadastrais atualizados
 no banco de dados da SEC, que pode ser feito  pelo  site
www.educacao.ba.gov.br/atualizacaocadastralep ou ainda
 na unidade escolar em que  ele está  matriculado ou que concluiu seu curso.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Como melhorar a qualidade da educação em meio à descontinuidade das políticas?



Infelizmente, a descontinuidade das políticas públicas educacionais é uma constante no Brasil. Desconstruir esta cultura é um enorme desafio, ainda mais quando a economia não está bem. São inúmeros os exemplos de descontinuidade de programas e ações que afetam diretamente a rotina escolar e, por consequência, a aprendizagem dos alunos. Mudar essa tendência é imprescindível para que o Brasil possa dar o salto de qualidade necessário para assegurar a todos os estudantes o direito à educação de qualidade.

Como exemplo, podemos citar a interrupção do crescimento do número de matrículas em tempo integral no Ensino Fundamental em todo o país. Segundo dados do Censo Escolar divulgados na semana passada, as matrículas em tempo integral caíram de 4,5 milhões para 2,4 milhões entre 2015 e 2016. Entre as possíveis explicações estão a crise econômica que interrompeu ações como o programa federal Mais Educação. Além disso, com a queda na arrecadação e, por consequência, nos recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), muitas redes deixaram de investir em políticas de educação integral.

Estamos, portanto, mais distantes de cumprir a meta do PNE (Plano Nacional de Educação), que determina a ampliação da oferta da educação em tempo integral em, no mínimo, metade das escolas públicas, de forma a atender, ao menos, 25% dos alunos da Educação Básica.

Cultura em todo esporte





Objetivos

  • Ampliar o conhecimento sobre a cultura dos esportes.
  • Conhecer as relações do jogo com aspectos políticos, econômicos, midiáticos e sociais.
  • Aprender sobre as diferentes funções em eventos esportivos (jogadores, árbitros, técnicos etc.).
Este plano de aula se baseia na seguinte reportagem: Adrenalina - por que corremos riscos.

Conteúdos

  • Esportes e jogos.
  • Manifestações culturais.

Anos

6º e 7º.

Desenvolvimento

1ª etapa 
O primeiro passo é identificar um esporte para ser trabalhado - o importante é que ele faça parte do cotidiano da turma. Inicie o diagnóstico com uma roda de conversa. Pergunte: quais esportes conhecem? Quais praticam? Quais podem ser feitos na escola? Construa uma lista e eleja, junto com a classe, uma modalidade.

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